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Tuesday, June 21, 2011

Salão de Buenos Aires 2011: Colorado incorpora a S10 Rodeio

A Colorado Rally mostra vai muito além de um conceito que servirá de base para a nova S10.
Em forma de competição, a Colorado remete a S10 Rodeio/Barretos.
Painel diferente do conceito anterior.
A nova S10 deve chegar aqui em 2012, mas quem não vê a hora de vê-la pode se alegrar com a Colorado Rally. O carro-conceito é um aperitivo da próxima geração da picape da GM, que ocupa a liderança do segmento de picapes médias 4x4 no Brasil há mais de uma década.

De cara, nota-se que a Colorado Rally incorporou o DNA global da Chevrolet. O parentesco com outros modelos da marca aparece no formato dos faróis e na grade frontal bipartida que aloja a gravatinha dourada da marca. De lado, o visual limpo da carroceria contrasta com detalhes como os estribos estilizados e a tampa do tanque de combustível feita de alumínio. Atrás, a caçamba tem uma tampa vazada, solução que, segundo a GM, melhora a aerodinâmica e reduz o peso da picape.

Os designers da Chevrolet transformaram a picape em um veículo pronto para disputar rallyes. Além dos pneus todo-terreno na medida 306/60 R18, a Colorado é equipada com amortecedores de alto desempenho, guinchos para reboque instalados nos para-choques, santântonio, suporte para estepe e até uma caixa de ferramentas na caçamba.

Por dentro, o painel tem espaço para os instrumentos usados em competições, como os relógios de pressão e temperatura e os comandos que modificam vários ajustes do carro, como rigidez dos amortecedores e ativação de duas bombas de combustível. O volante esportivo tem LEDs que indicam a rotação do motor e o momento ideal para a troca de marcha. A cabine ainda possui bancos concha equipados com cintos de segurança de cinco pontos (usados em corridas), gaiola de proteção contra capotagens, GPS e até reservatórios para armazenamento de soluções isotônicas para hidratação dos ocupantes.

A Colorado Rally é equipada com um motor 2.8 turbodiesel, que não teve seus números de desempenho confirmados pela Chevrolet. A sucessora da S10 será um projeto global. A montadora ainda não confirmou, mas a picape deve ser lançada no Brasil até o ano que vem.

Sunday, June 19, 2011

Salão de Buenos Aires 2011: Nova Ranger musculosa

A Nova Ranger chega aqui em 2012.
Versão top será a XLT 1.6 (aqui, na Argentina será um 2.2).
A Ford revela no Salão de Buenos Aires o conceito da nova geração da picape Ranger. Depois de quatro anos afastada do evento, a montadora apresenta uma novidade produzida como plataforma global e que chega ao Brasil em 2012.

Para driblar os problemas com os vôos nos aeroportos do país, a marca organizou uma Road Trip com convidados a bordo de cinco picapes na comitiva, que partiu de São Paulo até a capital da Argentina.

A nova geração da Ranger vem com novidades estéticas, mecânicas e em motor. O protótipo apresentado na cor Azul Aurora tem propulsor Duratorq TDCi 2.2 a diesel, que gera 130 cv de potência e 33,5 mkgf de torque, acoplado a uma caixa de câmbio manual com seis marchas e tração nas quatro rodas. A Ford também deve disponibilizar uma transmissão automática de seis velocidades para alguns mercados.

Por fora, a nova Ranger se destaca pelo design musculoso e pelas linhas limpas e modernas, mas sem perder a robustez. O espaçoso interior (o entre-eixos agora conta com 3.22 m) ganhou acabamento com materiais de qualidade superior. O conceito mostrado tem rodas de alumínio de 18 polegadas, estribos laterais e santantônio.

O modelo tem sistema Bluetooth com controle de voz, painel inspirado no teclado de celulares, 20 porta-objetos, com compartimento para laptop e um oculto embaixo do banco traseiro, mini-geladeira com capacidade para seis latas, freios ABS, controle de estabilidade e tração, controle de carga adaptativo (que distribui a força de frenagem conforme a carga carregada) e sensor anticapotamento.

O objetivo da Ford com a plataforma global na Ranger é produzir a picape em três continentes e comercializá-la em mais de 180 mercados. Para o Brasil, o modelo será importado da fábrica de Pacheco, na Argentina, que produz a geração atual da Ranger e já prepara as instalações para receber o novo modelo no próximo ano. Se ela vir igual ao conceito (a Ford não mexer no visual e deixar ela com cara de carrinho indiano) e tiver a opção da cor Azul Aurora, será a minha escolha.

Salão de Buenos Aires 2011: 500 mexicano chega à Argentina

O 500 mexicano está na Argentina desde o final de 2010.
Poucas mudanças o diferenciam do polonês, como os LEDs na lanterna traseira.
A Fiat exibe a versão latina do 500 no Salão de Buenos Aires. O modelo, que será produzido na fábrica de Toluca, no México, marcou a volta da montadora aos Estados Unidos e também virá para o Brasil (atualmente, o compacto vendido por aqui é importado da Polônia).

De novidades, o compacto conta com o novo motor 1.4 16V de 100 cv de potência com tecnologia MultiAir, que privilegia melhor eficiência e baixas emissões, a gasolina. A versão 1.4 flex também estará disponível.

Além disso, o novo 500 traz modificações externas, como detalhes nos parachoques e refletores nos paralamas, e internas, como acabamento e equipamentos de série menos sofisticados.

O novo 500 também virá com todos os mecanismos de segurança exigidos pelo mercado americano, como freios ABS, controle de estabilidade, assistente de descida íngreme, entre outros.

Na Argentina, o 500 mexicano é vendido desde o fim de 2010. Os preços para o Brasil vão diminuir, já que os modelos produzidos no México têm isenção de impostos :).

Saturday, June 18, 2011

Salão de Buenos Aires 2011: Mondeo aparece renovado

Modelo ficou mais esportivo com o facelift.
A Ford exibe no Salão de Buenos Aires o novo Mondeo, que introduz novidades tecnológicas e mudanças no sedã.

As principais mudanças são o sistema Ford ECOnetic e o design renovado baseado no Kinetic, que apresenta linhas modernas e elegantes.

O motor EcoBoost é novidade no mercado argentino, assim como a transmissão PowerShift de seis velocidades e dupla embreagem. A versão Titanium  tem propulsor 2.0 de 4 cilindros que gera 240 cv de potência. Ela se soma à duas versões já existentes no mercado argentino: Ghia e Titanium Duratec 2.3.

Por fora, o novo Mondeo tem grade inferior de forma hexagonal, que foi incorporada ao novo e maior para-choque dianteiro. Já a grade superior trapezoidal dá ao novo Mondeo uma aparência esportiva. O capô está mais robusto e com linhas marcantes, e os piscas foram incorporados aos retrovisores. As lanternas ganharam LEDs.

Por dentro, o sedã traz novo design no console central e detalhes em cromo acetinado na versão Titanium e em preto brilhante na Ghia.

Além disso, o Mondeo incorporou a tecnología ECOMode, que regula automaticamente a entrada de ar, reduzindo o consumo de combustível, as emissões de CO2, e o consumo elétrico inteligente, que desliga os equipamentos menos importantes para garantir o funcionamento dos itens mais sensíveis às variações de tensão da bateria.

Salão de Buenos Aires 2011: Duster cada vez mais perto

SUV chega em outubro ameaçando o EcoSport.
Versão topo será a 2.0 4WD.
Painel digno de um Sandero ou um Logan.
O velho EcoSport pode estar com os dias contados. O Duster é a arma da Renault para combater o sucesso de vendas da Ford, e é uma das estrelas do Salão de Buenos Aires.

O SUV foi desenvolvido pela Dacia e usa a plataforma de Logan e Sandero. Por isso mesmo, o Duster oferece dimensões generosas - são 4,03 metros de comprimento, 2.67 m de entre-eixos, 1,80 m de largura e 1,70 m de altura. Mas não é só no espaço interno que a Renault aposta suas fichas.

O design é um dos destaques do Duster. Concebido para transmitir robustez, o SUV possui uma grade frontal diferente de seu irmão da romêeno, com três barras cromadas adornando o losango da Renault. Os para-lamas pronunciados e a linha de cintura alta contrastam com traços mais simples, facilmente associados com o Sandero - que, a exemplo do Duster, foi concebido para mercados emergentes. Em termos de estilo, o Duster está bem longe de ser uma unanimidade, mas deve conquistar vários fãs.

O interior compartilha várias peças com o Sandero, mas tem diferenças em relação ao hatch. O acabamento usa materiais simples, como nos outros modelos com projeto feito pela romena Dacia. Assim como seus parentes, o Duster deve oferecer espaço suficiente para até cinco passageiros.

O Duster já está sendo produzido na fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná, e será exportado para alguns países da América do Sul, como a própria Argentina. Por aqui, o carro terá duas opções de motorização (1.6 e 2.0, todas flex) e opção de tração 4x4. O lançamento oficial do Duster no Brasil está marcado para outubro.

Friday, June 17, 2011

Salão de Buenos Aires: A Space é off-road!

A SpaceCross será chamada de Suran Cross na Argentina.
No para-choque, "Suran Cross" em alto relevo.
Foi em 2006 que a Volkswagen apresentou a versão aventureira da SpaceFox, então conhecida como SpaceFox Cross, no Salão de São Paulo. Na época, o lançamento do modelo nos meses seguintes era dado como certo por alguns, logo que o projeto foi sendo esquecido. Só agora, cinco anos depois, é que a perua derivada do Fox ganha sua versão "off-road", apresentada no Salão de Boi nos ares.

A SpaceCross segue a receita usada no CrossFox, que abusa dos acessórios com pretensão fora-de-estrada. Os para-choques e para-lamas ganharam novo visual com os apliques em plástico preto e os faróis de neblina. Nas laterais, as portas são decoradas com um adesivo alusivo à versão e a SpaceCross tem estribos laterais e capas dos espelhos retrovisores tingidas de cinza. Atrás, há um aplique de plástico na parte inferior do para-choque, com o nome da versão em alto relevo. A VW optou por não equipar a perua com o suporte para estepe utilizado no CrossFox.

A Volkswagen não divulgou fotos do interior do modelo. O motor que equipa a SpaceCross é o conhecido 1.6 usado nas outras versões da SpaceFox. Por aqui, o propulsor ganhará a tecnologia flex. A lista de equipamentos é generosa e inclui ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, airbag duplo, freios ABS, faróis de neblina, espelhos retrovisores com luzes de seta e rodas de liga-leve de 15 polegadas. Haverá também a opção da transmissão automatizada I-Motion. A SpaceCross, que na Argentina será conhecida como SuranCross, chega aqui no segundo semestre de 2011.

Salão de Buenos Aires 2011: O futuro do Cobalt

O brasileiro terá linhas menos conceituais.
Quem visitar o Salão de Buenos Aires vaiprestar bastante atenção no Cobalt Concept. O sedã, que é uma das estrelas da Chevrolet no evento, antecipa as linhas do modelo que deve chegar aqui até o ano que vem.

Desenvolvido pelo Centro Tecnológico da General Motors na América do Sul, o Cobalt pode até ser confundido com um Agile sedã. O visual da dianteira reforça um possível parentesco, mas as semelhanças param por aí. O Cobalt é um projeto com características próprias, classificado pela GM como um carro "versátil".

O DNA global da Chevrolet aparece em vários detalhes. A grade frontal é cortada por uma barra horizontal, igual o Malibu, e os faróis são iguais a Captiva. Olhando de trás, as lanternas translúcidas dão um toque de esportividade e o desenho da tampa traseira lembra o bom Vectra. Alguns elementos dificilmente chegarão às ruas, como os faróis auxiliares com LEDs e o teto panorâmico de vidro.

Segundo a GM, o Cobalt poderá receber uma gama abrangente de motores com quatro cilindros, em uma faixa de cilindrada que vai de 1.3 a 1.8, e com transmissões manual ou automática. A montadora afirma que o projeto foi concebido pensando nas motorizações flex.

Por dentro, o painel segue o conceito dual cockpit, que consiste em um painel de formas simétricas para motorista e passageiro. O acabamento tem dois tons de cinza, batizados de Urban Silver e Very Light Platinum. Existem detalhes vindos de outros modelos da Chevrolet: o volante é o mesmo do Cruze e o painel digital lembra o do Spark.

O protótipo exibido em Buenos Aires conta com GPS integrado ao painel e duas telas de sete polegadas para os bancos de trás, instaladas nos apoios de cabeça dos bancos da frente. O Cobalt deve substituir o Astra nos dois países, e a GM pretende vendê-lo por algo em torno por R$ 38 mil. A versão de entrada deve contar com o motor 1.4 Econo.Flex, já usado no Agile. Uma eventual opção mais cara teria o motor 1.8 com melhorias para render em torno de 140 cv.
 

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