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Saturday, August 20, 2011

Comparativo CoMdC: Stepway x CrossFox

O Comparativo CoMdC de hoje é dos hatches compactos aventureiros. De um lado, o Volkswagen CrossFox, veterano no mercado, que recebeu um facelift em 2009 para continuar vivo na disputa. E o outro, é o Renault Sandero Stepway. Recebeu um tapa no visual em maio, e chegou mais barato para conquistar mais fãs. Agora vamos ver o que deu:

2º lugar: Renault Sandero Stepway 1.6 Hi-flex
O Stepway é grande e espaçoso.
Tapa no visual o deixou mais esportivo.
Interior é igual ao da versão on-road.
Quando chegou aqui em 2008, o Sandero queria causar. E causou. Hoje é o modelo mais vendido da Renault no Brasil. E para não ficar defasado, a marca deu um tapa no visual do carro em maio desse ano. Mas a versão que mais chamou a atenção foi a Stepway. Bonita e esportiva, o carro já conquistou vários fás e chega a custar menos que a versão anterior. O Sandero é um carro grande. O espaço é o maior da categoria, tanto no interior quanto no porta-malas de 320 litros.
O motor é um 1.6 16V Hi-flex de 107 cv. De série o carro vem com ar-condicionado, rodas de liga-leve, computador de bordo e rádio CD player com MP3. ABS, e air bags são opcionais.
O novo Stepway custa R$ 42.600, enquanto a versão anterior custava cerca de R$ 45 mil. O interior é digno de Logan. Nas cores, o comprador pode optar duas opções de vermelho, azul Crepúsculo e prata Etoile (que é bem bonita na Stepway), além de preto Nacré e cinza Acier.

RESUMO:
O Stepway da uma surra de preço e estilo no CrossFox, mas trás menos itens de série e pouco mais de motor.

1º lugar: Volkswagen CrossFox 1.6
O CrossFox é bem bonito...
...e trás mais retoques esportivos do que a versão anterior.
O interior é quase igual ao do Fox normal, só que mais moderninho.
O CrossFox chegou em 2005, com um comercial em que tinha uma mistura de cachorro e peixe. Depois que o hatch ganhou um facelift em 2009, o carro ganhou mais adereços esportivos, misturando um mero 4x2, com um robusto 4x4. O carro chegou mais esportivo depois que recebeu aquele tapa no visual. E sabe o que deixou o Fox mais popular? A aparência dele é a mesma do Novo Jetta, e também será adotada no Gol, com a nova identidade visual da marca.
De série, o carro trás air bags e ABS (o Stepway leva isso como opcional), direção hidráulica, câmbio de 5 marchas manual, vidros elétricos, porta-copos e etc.
O preço? O carro é bem mais caro que o Stepway: R$ 50.030. As cores são um ponto fortíssimo no CrossFox. O amarelo Ímola, laranja Atacama (acrescentam mais R$ 1.880), azul Boreal, cinza Spectrus, preto Magic (esses R$ 1.550) e vermelho Tornado (esse não custa nada).

RESUMO:
O CrossFox é bonito, moderno e espaçoso. Mas seu ponto fraco é o preço: quase R$ 8 mil mais caro que o Stepway. Mas sua lista de itens de série/opcionais é bem maior que a do Stepway, sem contar com as cores chamativas.

PREÇOS:
Renault Sandero Stepway 1.6 Hi-flex: R$ 42.600
Volkswagen CrossFox 1.6: R$ 50.030

RESUMO FINAL:
Nosso comparativo foi meio solitário. Mas bem que poderia ter mais concorrentes, como se o Agile Crossport pudesse deixar de ser apenas um conceito.

Saturday, June 4, 2011

Comparativo CoMdC: Jogos de PS3

Os clássicos jogos de corrida de carros vão evoluindo cada vez mais. Agora, eles já estam até na onda dos conceitos. Pegamos dois jogos de PlayStation 3: Need for Speed Hot Pursuit 2010 (último jogo da série Hot Pursuit) e Gran Turismo 5 (agora com mais superesportivos de corrida). Veja, abaixo, nossa avaliação dos jogos:

2º lugar: Gran Turismo 5
Gran Turismo 5: Quinto jogo da série tem mais carros de "rally" e compactos do que carros esportivos.
A série Gran Turismo é conhecida por ser um simulador quase que real de se manuseiar um carro e ainda sim tirar sua carteira de motorista. O quinto jogo da série foi lançado em novembro de 2010 nos EUA, mesmo mês em que foi lançado o NFS: HP 2010. O jogo é excelente. Tem muita variedade de carros (e bota variedade nisso!), tem pistas novas (como a de Nürburgring) e, você ainda pode tirar carteira de motorista e até comprar carros usados!
Mas por que ele ficou em segundo? O GT5 tem mais carros de WRC e compactos do que os belíssimos superesportivos de Need for Speed. O jogo chega a ter até um conceito: o Citroën Metropolis, que no jogo, é usado como um carro do estilo NASCAR.
E ainda tem aquele velho problema: muitos carros dos sonhos (como Camaro e Shelby GT500) não são disponíveis para comprar, apenas para apreciar.
Você ainda pode modificar seus carros, como o feito com o GT-R aí em cima.
GRAN TURISMO 5
Pegue se: você gosta de testes de manuseio e "xunar" seus carros.
Fuja se: você prefere aqueles superesportivos e não aqueles carros de WRC.
Disponível em: PS3 / PC

1º lugar: Need for Speed: Hot Pursuit 2010
NFS Hot Pursuit: Sucessor de NFS Shift, HP '10 tem os superesportivos dos seus sonhos.
A série Hot Pursuit começou em 2002, com o Hot Pursuit 2, um jeito de substituir o velho Need for Speed II. De lá até cá, jogos com mais ação e, quando chegou novembro de 2010, a EA Games lançou o Need for Speed: Hot Pursuit (também conhecido como Hot Pursuit 2010). O jogo traz carros que dão aquele prazer de dirigir, digo, controlar, como Chevrolet Camaro (visto em NFS Undercover, de 2008, como Concept), Bugatti Veyron Sport, Mercedes SLS e o conceito Lamborghini Sesto Elemento.
O jogo agora tem mais ação. E uma novidade que vai alegrar todos os viciados em NFS: Agora você pode destruir a polícia! Poisé, não é só bater nela e pronto. É fazer ela explodir e você correr livremente sobre o asfalto em seu superesportivo de corrida.
Como último jogo da série Hot Pursuit, ele não ia nos trazer lástimas. Nele, você vai se divertir ainda mais do que visto em GT5 e HP2. Esse concerteza é o melhor jogo de Need for Speed já feito.
Pagani Zonda escapando de um Sesto Elemento policial.
NEED FOR SPEED HOT PURSUIT 2010:
Pegue se: você adora superesportivos e quer se vingar dos velhos Cops.
Fuja se: Acha difícil controlar os carros e já está cansado de fugir da polícia.
Disponível em: PS3 / X360 / Wii / PC

Saturday, April 30, 2011

Comparativo CoMdC: Fluence x Jetta x 408

Da esquerda para a direita: 408, Jetta e Fluence. [Foto/Divulgação: Revista Autoesporte]
Com a nova leva de sedãs médios por aí, o CoMdC decidiu fazer seu primeiro comparativo entre os novos sedãs médios. No ringue, colocamos o sucesor do 307 Sedan, o belo 408: com design baseado no 308, tem traseira charmosa, para não cometer o erro do 307 Sedan, e um pacote de equipamentos que dá para o gasto com o 307. Entra também o Jetta: novato no segmento dos sedãs médios, o Jetta é um carro bonito e com bons equipamentos, mesmo tendo descido de categoria (que antes concorria com o Fusion). E, para completar, temos o Renault Fluence: substituto do Megane, o Fluence é um carro bonito, grande, robusto e preço e acabamento de deixar de boca aberta. Agora, chega de papo e vamos ao combate!

3º lugar: Volkswagen Jetta 2.0 Comfortline
Com visual bonito, o Jetta custa R$ 70.005, mas é o menos equipado dos três.
Se o Jetta é um sedã bonito e com bom preço, por que ele ficou em terceiro? Bom, o pacote de equipamentos do Jetta é pequeno, comparado ao dos rivais. Ele vem com quatro airbags, mas não vem com o controle de estabilidade (ESP), nem como opcional, enquanto 408 e Fluence vem com 6 airbags e ESP de série. O Jetta vai mal em desempenho, apesar do motor 2.0 de 120 cv, enquanto na geração anterior tinha um 2.5 de 170 cv. O Jetta tem apenas 1 ano de garantia, enquanto os rivais tem 3 anos.

RESUMO: Se você queria um sedã com charme, você pode optar pelo Jetta. Mas, se você quer equipamentos de segurança de série, opte por 408 ou Fluence. E, se você tem pouco din-din e não liga para os equipamentos, vá de Jetta mesmo.

2º lugar: Peugeot 408 2.0 Feline
O 408 sem dúvidas é o mais bonito do comparativo, tem bom preço para quem espera um bom Peugeot.
Se você se decepcionou (igual à eu) quando viu a primeira foto da traseira do 307 Sedan, você não precisa de decepcionar com o 408. Com visual inspirado no sucessor do 307 (o 308), o 408 tem bom motor, bom preço, bom pacote de equipamentos e, boa traseira. O 408 2.0 Feline, custa R$ 74.990, o segundo mais barato do comparativo e o segundo mais caro do comparativo. Seu motor é mais potente que o do Jetta, gera 151 cv. Mas o câmbio não fala o nosso idioma, além de ter só 4 marchas, o câmbio tem menos vivacidade nas trocas de marcha, especialmente nas reduções. O pacote de equipamentos da versão Feline é bom: seis airbags, ESP, sensor crepuscular (de chuva e de estacionamento) e teto solar (tudo de série). Ele agrada nos requintes como para-brisa com tratamento acústico, pedais de alumínio e retrovisor interno eletrocrômico.

RESUMO:  A Peugeot está começando a conhecer o que um sedã médio precisa (para não cometer o erro do 307 Sedan). Bom pacote de equipamentos, preço justo e, exterior bonito. Quem se lembra vai concordar comigo, os velhos 405, 406 e 407 eram bons sedans, mas não o suficiente ao 408.

1º lugar: Renault Fluence 2.0 Previlège
O Fluence substituiu o velho Megane e, apesar de ser o mais caro do comparativo, vale a pena.
O Fluence é equipado com motor 2.0 16V CVT, e é bom nas frenagens, ficou atrás apenas do Jetta. O carro tem um bom visual e, chega com tudo no segmento (e já ficou entre os 50 mais venidos da 1ª quinzena de abril). No interior, o Fluence só é menos equipado que o 408. Ele tem seis airbags, ESP, GPS (de série) faróis de xenônio e etc. Ele tem alguns errinhos no acabamento: tem vãos irregulares e uso de plástico com qualidade inferior nos frisos dos puxadores de porta. Mas tem bancos de couro (que vêm de série) e forração do porta-malas superior ao do Jetta. À primeira vista, o Fluence impressiona com seu porte, que parece o de um Malibu. E, por dentro, chamam atenção o painel e as laterais das portas, com revestimento em duas cores (prata e black piano).

RESUMO:  O Fluence é o mais vendido dos três e, o mais confortável e o com maior porta-malas (inspirado no do coreano Samsung SM7). Apesar de ser o mais caro (R$ 75.900 na versão Previlège), o sedã vale a pena pelo visual, equipamentos e garantia Renault.

PREÇOS:
Jetta 2.0 Comfortline: R$ 70.005
408 2.0 Feline: R$ 74.990
Fluence Previlège: R$ 75.900

RESUMO FINAL:
Se você quer um sedã barato, vá de Jetta. Se você quer um bem equipado, vá de 408. E se você quer um sedã bonito e confortável, vá de Fluence.

Friday, March 18, 2011

Renault Fluence ganha a nossa enquete de sedans médios

Depois de quase 1 mês de enquete, o Renault Fluence consegue garantir o título de campeão da nossa pesquisa de sedans médios. A Renault consgeue mais uma vez ficar em primeiro em nossos comparativos, só que agora sem empatar! Parabéns Renault!

Veja como ficou o resultado da nossa enquete:

1º  - Renault Fluence: 34%
2º - Fiat Linea/Toyota Corolla: 13%
4º - Chevrolet Vectra: 11%
5º - Volkswagen Jetta: 9%
6º - Peugeot 408: 8%
7º - Kia Cerato: 7%
8º - Honda Civic: 5%

Não teremos mais a nossa enquete, já que algumas pessoas não sabem o significado desta palavra. Então coloquei aqui, de acordo com o Wiktionary (Wikcionário), o significado da palavra enquete:

Enquete (en.que.te)

Pesquisa na qual as pessoas respondem uma pergunta escolhendo uma dentre algumas alternativas pré-definidas.

Mas um tal "mixuruca" chamado Antonio, da comunidade Revista Quatro Rodas, no orkut, não soube compreender xom os carros DA ENQUETE. Ele começou a nos criticar dizendo que todos os carros da enquete erão ruins e etc. Ruim mesmo, é a inteligência dele.

Tuesday, February 22, 2011

Comparativo: Sedãs Médios/Premium - Conheça os nove carros!

FIAT LINEA: para alguns uma farsa, mas para outros um carrão! O Linea é o único sedã grande da Fiat no Brasil, por isso, escolhemos ele.
KIA CERATO SEDAN: O carro deve ganhar mais um integrante na família ainda esse ano. O carro ganhou a pouco tempo a versão de 6 marchas. Ganharia esse comparativo?
CHEVROLET VECTRA: Sai ou não sai de linha? Com a vinda do GSV esse ano, será que o Vectra sairá de linha despercebido? Mas o que importa agora é o nosso comparativo!
RENAULT FLUENCE: Sepultou o Mégane e ainda vem repleto de tecnologia! A Renault agora quer ganhar o comparativo sozinha, sem Fiat do lado!
HONDA CIVIC: Preste a ganhar uma nova geração em março/abril, o Civic continua buscando vingança sobre o Corolla.
VOLKSWAGEN JETTA: O carro deve começar a ser vendido em março, mas nós já o selecionamos para este comparativo.
FORD NEW FIESTA SEDAN:  O sedã da Ford já consegue derrotar o Honda City! Mas será que consegue derrotar os outros oito bravos guerreiros?
TOYOTA COROLLA: Não tem como fazer um comparativo sem ter o líder de vendas no segmento, não? O Corolla foi eleito o carro do ano 2010 pelos nossos internautas (pela versão 1.8 GLi). Assim como o Civic, está prestes a ganhar um facelift.
PEUGEOT 408 SEDAN: O sucessor do 307 Sedan vem para brigar cara a cara com o Fluence. O carro foi apresntado no Salão de SP, em 2010.
Esses são os carros que disputam o seu voto como o melhor sedã médio (ou Premium). Chegou a hora de votar!

Monday, February 21, 2011

Resultado do comparativo: Hatches pequenos

Olá pessoal! Já saiu o resultado de nosso comparativo de hatches pequenos (compactos, ou 1.0). Antes de mais nada, gostaríamos de dizer que houve empate entre os dois primeiros colocados e houve empate também na disputa pelo 4º lugar.

6º lugar: Ford Fiesta - 0%
O hatch do oval-azul não foi nada bem nesse comparativo. Recebeu nenhum voto e, por isso, ficou atrás de seus concorrentes com 0%.
4º lugar: Peugeot 207 e Chevrolet Celta - 6%
O sucessor do 206 recebeu um voto e, assim como o Celta, disputou a 4ª posição no comparativo.

Entre 207 e Celta, ambos ficaram apenas com 6% dos votos. O hatch da Chevy, já reestilizado não foi páreo contra Gol, Clio e Uno.
3º lugar: Volkswagen Gol - 25%
O líder de vendas brasileiro não consegui vencer de Clio e Uno. O carro teve apenas 25% dos votos, 6% a menos que Clio e Uno.
1º lugar: Renault Clio e Fiat Uno - 31%
O Clio foi mais do que bem nesse comparativo. Começou na primeira posição disparado, mas, o Uno empatou e dividiu a liderança com ele.

Quem disse que o Uno não está em sua época? Quase barrou o Gol nas vendas (e barrou no comparativo) e ainda conseguiu empatar de última hora o comparativo com o Clio. Nada mal, hein?
O próximo comparativo será de quebrar os ossos! Sedãs médios! Fique ligado no CoMdC!

Friday, February 4, 2011

Comparativo: Hatches pequenos!

O Novo Fiat Uno já conquistou todos nós. Quase foi o carro mais vendido em dezembro de 2010. O que você acha dele?

O Gol já é líder de vendas á quase 24 anos. O Uno encostou mas ele manteve a liderança. É o melhor desses seis carros?

O Celta é um dos modelos mais vendidos da GM no Brasil. Foi reestilizado há pouco tempo, mas como a nova geração ainda não está sendo vendida, usamos o Celta atual.

Em 2010, o Fiesta recebeu seu facelift apenas na dianteira e no painel. A traseira continua a mesma, mas se você gosta do Fiesta, vote nele!

Ele conseguiu aposentar o 206 e chegou com quase tudo ao Brasil, em 2008. O Peugeot 207 é o "206 reestilizado", por que painel e traseira são idênticos. Vote nele se você prefere o 207 do que seus rivais.

O Renault Clio recebeu seu facelift há 6 anos atrás, e vendeu muito bem em janeiro. De 33º no ranking dos mais vendidos, pulou para 16º! Bom né?
Começou a votação! Vote entre os seis carros acima e escolha o melhor! (Enquete na sidebar do blog)

Monday, September 20, 2010

Ford Fusion x Chevrolet Malibu LTZ x Azera

Novo Fusion 2.0
Esse é o Malibu LTZ, importado dos EUA
Este é o visual do Azera
Atire uma pedra no lago e aprecie as ondas concêntricas em movimento. Agora olhe os números do nosso mercado de carros e imagine os círculos virtuosos: assim como os carros populares se tornam cada vez mais acessíveis a quem nunca pôde ter o seu, também os segmentos superiores se beneficiam da sucessão de ondas prósperas que banham nossa economia. E a praia dos sedãs grandes, acima de Toyota Corolla e Honda Civic, é uma das que prometem temperatura alta neste ano. O primeiro movimento foi feito pela GM, com a importação do Chevrolet Malibu, sedã maior e mais sofisticado que o Vectra nacional. Até outubro, a Hyundai deve lançar o Sonata e depois a Kia traz o Cadenza. Neste comparativo, reunimos a novidade, Malibu, com dois veteranos, Ford Fusion e Hyundai Azera, se é que se pode designar assim representantes de um segmento que até pouco tempo atrás nem existia no país. Se você faz parte da classe emergente dos sedãs médios, fique atento.

Os carros aqui reunidos representam propostas de três escolas diferentes. Fusion e Malibu são projetos americanos, o primeiro “hecho en México”, o segundo “fabriqué au Canada”, mas com estilos bem diferentes. O Fusion é mais esportivo. Seu design tem um visual agressivo, conseguido por cortes oblíquos nas formas da grade dianteira e das lanternas traseiras. Internamente, a esportividade aparece nas superfícies metalizadas, no painel, e nos bancos de couro, com costuras de linha branca.

O Malibu, por sua vez, demonstra uma forte inclinação para o estilo retrô, mostrando referências aos Chevrolet dos anos 50 e 60, com maior influência do esportivo Corvette, tanto por fora, em detalhes como o desenho das lanternas traseiras, como por dentro, no painel formando dois nichos (motorista e passageiro) bem definidos.

O Azera “guksan” (em coreano, produto nacional) prima pela discrição. Ao contrário do Sonata, cheio de vincos e volumes, o Azera parece concebido para não chamar atenção. Sua grade dianteira é comum e falta ousadia aos faróis. No entanto, dois detalhes o absolvem da acusação de falta de personalidade: a linha que desenha os para-lamas traseiros e o painel com desenho clássico.

Os três sedãs se revezam na apresentação das qualidades. O Azera, por exemplo, se diferencia por ser o único a trazer repetidores de pisca nos retrovisores e volante com ajustes elétricos, um recurso que muito sedã de luxo não tem. No Fusion, a exclusividade fica por conta da chave completa (com controle remoto para abertura de portas) e da paleta com sete opções de cores para iluminação do painel. E só o Malibu tem os limpadores do para-brisa do tipo flat blade, rodas aro 18 e alto-falantes Bose.

Os projetistas coreanos tiveram mais cuidado na seleção dos materiais de acabamento. No Azera, as peças têm melhor aparência e são mais agradáveis ao toque. No Chevrolet houve mistura de materiais. Na parte superior do painel, por exemplo, a superfície é macia. Mas o console é de plástico áspero. Como aspectos positivos, no Malibu vale destacar o bom efeito do filete que imita madeira e se estende do painel até as portas e os botões emborrachados do sistema de som. No Ford, predomina o plástico duro que some apenas no compartimento dos instrumentos e no alto das laterais das portas revestidas com o mesmo couro (sintético) dos bancos.

O espaço interno é maior no Malibu (veja as dimensões nas fichas técnicas). Mas o Azera é muito mais atencioso com quem viaja no banco de trás. Ele é o único a ter saídas de ar-condicionado voltadas para a região traseira da cabine. O Malibu vem com uma exclusiva tomada de 110 V, ao lado da de 12 V, mas não oferece mais nada aos passageiros de trás, nem o descansa-braço entre os assentos, como existe nos demais. E o Fusion é o pior. Sem ar-condicionado e sem tomadas na segunda fila.

A Ford também economizou no acabamento do compartimento do motor. Na dianteira, o Fusion é o único que não possui uma tampa para esconder cabos e mangueiras e também só ele obriga o motorista a levantar o pesado capô com as mãos. Os outros dois têm os motores com tampas estilizadas e não exigem esforço algum para abrir e fechar o capô, sustentado por amortecedores. No portamalas, o carpete do Azera é de melhor qualidade em comparação com o dos rivais. Mas a GM providenciou um tapete sobreposto ao carpete que disfarça bem esse ponto fraco no Malibu.

Dinamicamente, os três apresentam receitas que combinam conforto e dirigibilidade em doses equilibradas, embora em porções diferenciadas. Condizente com seu visual, o Fusion é o dono da direção mais pesada e da suspensão mais firme. Ele permite um modo de direção com mais atitude por parte do motorista. O Malibu tem a direção um pouco lenta, o que convida o motorista a relaxar e conduzir no mesmo ritmo. Mas sua suspensão consegue um bom compromisso entre suavidade e estabilidade. O melhor conjunto fica com o Azera, que esquece a timidez revelada no design para apresentar respostas eficientes mesmo tendo a direção leve e a suspensão macia. No dia a dia, o motorista se sente a bordo de um carro confortável, mas ao mesmo tempo rápido, que transmite confiança nas manobras.

O Azera também demonstrou superioridade no conjunto mecânico. Seu motor 3.0 V6 de 245 cv é bem mais forte que o 2.5 de 173 cv do Fusion e que o 2.4 de 171 cv do Malibu, esses de quatro cilindros. Na transmissão, o Hyundai conta com uma caixa sequencial de cinco marchas, com a opção de trocas manuais, na alavanca. Por sua vez, o Malibu se vale de um sistema sequencial de seis marchas, com trocas no volante, e o Fusion tem um sistema de seis marchas automático convencional.

Na pista de testes, deu a lógica. Ou seja: o Azera disparou na frente. Nas provas de aceleração de 0 a 100 km/h, ficou com o tempo de 8,2 segundos, enquanto o Fusion gastou 10,4 segundos e o Malibu, 10,7 segundos. Nas medições de consumo, também não houve surpresas. Quem andou mais gastou mais. O Hyundai foi para o fim da fila, com as médias de 7,4 km/l na cidade e 11 km/l na estrada, contra 8 e 12,6 km/l conseguidas pelo Chevrolet, respectivamente. A dianteira ficou com o Ford, com 9,1 km/l na cidade e 14,3 km/l na estrada.

O Malibu conseguiu ser o primeiro nas provas de frenagem. Vindo a 80 km/h, ele precisou de exatamente 25 metros para parar, sendo seguido pelo Azera, com a distância de 25,8 metros e, por último, pelo Fusion, que percorreu 28,3 metros até a parada. Todos têm ABS. O Malibu é o único que dispõe de discos ventilados nas quatro rodas. Os outros têm discos ventilados na frente e sólidos atrás.

Em relação aos equipamentos, os sedãs são bem servidos. Todos têm ar-condicionado, airbags, ESP e piloto automático, entre outros itens. O Malibu vem com um pacote fechado, portanto, tudo o que se vê nas fotos é de série. O Fusion tem apenas o teto solar como opcional. E o Azera dispõe de uma lista de recursos complementares. A versão apresentada aqui traz todos: teto solar elétrico, faróis de xenônio, sistema de som Infinity e bancos elétricos com memórias. Com exceção do Fusion, que é apresentado em duas versões –2.5 SEL e 3.0 V6 SEL –, os demais têm apenas uma configuração.

Aqui, optamos pela versão de quatro cilindros do Fusion, por esta ter o preço mais interessante. O Fusion 2.5 SEL custa 80 920 reais, enquanto o 3.0 V6 SEL sai por 99 900 reais. O Azera tem preço sugerido de 90 000 reais, na versão básica. E o Malibu sai por 89 900 reais. Em maio do ano passado, nós fizemos um teste comparativo entre o Azera e o Fusion V6, em que houve maior equilíbrio entre os dois na pista, mas o Ford ficou em desvantagem no preço. No que diz respeito ao pósvenda, a Hyundai tem a seu favor a bandeira da garantia longa, de cinco anos, enquanto a Ford oferece três anos e a GM, apenas um. Em compensação, as rivais acenam com redes de assistência maiores e peças com preços menores. Fizemos uma rápida pesquisa com proprietários de Azera e de Fusion (o Malibu ainda é muito novo no mercado) e descobrimos que os moradores de São Paulo (capital) estão satisfeitos com o atendimento e com os serviços das autorizadas Hyundai e Ford. Mas no interior de São Paulo e em outros estados houve queixas contra as duas marcas quanto à qualidade dos serviços prestados.

No fim do comparativo, a conclusão é que qualquer um dos três modelos tem todas as condições de contentar o consumidor exigente que parte de um sedã médio como Corolla ou Civic. O upgrade é considerável. O comprador pode optar por um deles levando em conta apenas o gosto pessoal, sem medo de se arrepender. Isso mostra que o amadurecimento do mercado não se dá apenas em número de opções, mas também na qualidade dos produtos. Racionalmente, porém, analisando preço, acabamento, quantidade de equipamentos e desempenho, o Azera oferece mais vantagens, seguido pelo Fusion e este pelo Malibu.



MALIBU

DIREÇÃO, FREIO E SUSPENSÃO
A direção é um pouco lenta. Já os freios se mostraram eficientes. E a suspensão tem bom compromisso entre conforto e estabilidade.
XXXX

MOTOR E CÂMBIO
Tem trocas no volante, mas as relações de marcha são longas. Seu consumo foi maior que o do Fusion, de quatro cilindros.
XXX

CARROCERIA
O design é bonito, com atenção nos mínimos detalhes, e o acabamento é superior ao do Fusion.
XXX

VIDA A BORDO
O Malibu é espaçoso, bem equipado e silencioso ao rodar.
XXXX

SEGURANÇA
Tem ABS, controle de tração, ESP e seis airbags.
XXXX

SEU BOLSO
Custa tanto quanto o Azera, é menos equipado e tem motor V6. Sua garantia é de um ano apenas.
XXX




FUSION

DIREÇÃO, FREIO E SUSPENSÃO
Seus freios perdem em eficiência para os dos rivais. Direção e suspensão têm calibragens ligeiramente mais rígidas.
XXX

MOTOR E CÂMBIO
O motor tem fôlego. O Fusion foi o mais econômico do teste, mas o câmbio não vai além do convencional.
XXXX

CARROCERIA
O último face-lift deixou o Fusion mais esportivo e chamativo, apesar de os projetistas terem abusado do plástico.
XXX

VIDA A BORDO
Ele tem ar-condicionado dual-zone e volante multifuncional. Mas é desatento com quem viaja no banco traseiro.
XXX

SEGURANÇA Vem com ABS, controle de tração e ESP e seis airbags.
XXXX

SEU BOLSO
Ele não é tão bem equipado como o Azera, mas custa menos. Tem três anos de garantia.
XXXX




AZERA

DIREÇÃO, FREIO E SUSPENSÃO
A direção é leve e a suspensão é macia, porém estável. E os freios param com segurança.
XXXX

MOTOR E CÂMBIO
Além de ser maior e mais potente que o dos rivais, o motor trabalha em harmonia com o câmbio, sem ruídos e vibrações, com respostas rápidas.
XXXX

CARROCERIA O estilo é muito conservador, mas o interior clássico agrada. O acabamento tem qualidade superior.
XXXX

VIDA A BORDO O volante tem ajuste elétrico, assim como os bancos. Quem viaja atrás tem porta-revistas, tomada 12 V e saídas de ar-condicionado.
XXXX

SEGURANÇA
Tem ABS, controle de tração, ESP e seis airbags.
XXXX

SEU BOLSO
Ele custa mais que o Fusion, mas oferece melhor custo-benefício. Sua manutenção é mais cara. A garantia é de cinco anos.
XXXX

Resultados:

Segundo lugar:
Com 21 pontos, o Malibu empatou com o Fusion

O Fusion também teve 21 pontos, empatando com o Malibu LTZ
Primeiro lugar: 
Este é o painel do Azera, campeão do comparativo com 24 pontos.

Thursday, September 2, 2010

Fielder x 307 SW x Mégane Grand Tour: Primeiro lugar

Renault Mégane Grand Tour

A Mégane venceu dois adversários de peso: Fielder e 307 SW


A Mégane se apresenta com boas credenciais para o segmento das peruas. A primeira delas é a relação custo/benefício. Ela custa 70 460 reais e traz de série - a mais que a Fielder - câmbio seqüencial, computador de bordo, piloto automático e comandos do rádio na coluna de direção. Por isso mesmo, neste comparativo, a briga da Mégane foi com a Peugeot. Com características, equipamentos e desempenho tão próximos, a Grand Tour venceu por ser mais barata, uma diferença de 9 400 reais em relação à 307. Dos números para os ângulos. De um lado, a Mégane traz linhas renovadas e tão acertadas quanto as do sedã - ela foi concebida no início do projeto, junto com toda a família. De outro, a 307 SW chega com um estilo mais ousado, recém-adotado na linha. No interior, as tonalidades mais escuras, o teto de vidro com cortina removível e os detalhes cromados colocam a 307 acima da rival. Ainda assim, não custa lembrar que as duas peruas oferecem bom espaço tanto internamente quanto no porta-malas, que supera os 500 litros.
A Renault conseguiu melhorar o acerto de suspensão da perua em relação ao modelo turco, avaliado por nós em primeira mão na edição de julho passado. Na época, a carroceria se inclinava demais nas curvas. Hoje o conjunto está mais firme, mas sem ter perdido a eficiência na absorção de impactos, característica que já se evidenciava na versão importada - uma receita que deixou a Grand Tour na frente da 307 SW no quesito suspensão.
Sabemos que não são maioria os que compram uma perua tendo o desempenho como fator decisivo. E nesse quesito a Mégane ficou um pouco atrás das rivais. Precisou de 12,4 segundos para chegar aos 100 km/h - 0,4 segundo mais lenta. Em compensação, parou na frente: foi ela quem obteve as melhores médias de frenagem.


MÉGANE GRAND TOUR - R$ 70 460

SUSPENSÃOA engenharia conseguiu melhorar as respostas da suspensão - em relação ao modelo turco testado por nós - no quesito estabilidade. Ficou bom.
Avaliação: XXXX

AO VOLANTE
Na direção, ao alcance dos dedos estão os comandos do rádio e do piloto automático.
Avaliação: XXXX

CARROCERIA
Visual acertado, bom espaço interno e portamalas generoso são as armas da Grand Tour para a briga no segmento.
Avaliação: XXXX
 
MOTOR E CÂMBIO
Foi ligeiramente inferior às rivais na pista. Mas o câmbio seqüencial traz agilidade à perua no dia-a-dia.
Avaliação: XXXXX

MERCADO
É novidade. Chega com garantia de dois anos (o terceiro é opcional, por mais 990 reais) e boa lista de itens de série.
Avaliação: XXXXX

Total: 22 pontos

Fielder x 307 SW x Mégane Grand Tour: Segundo lugar

Toyota Corolla Fielder

A atual líder do segmento tem o melhor conjunto mecânico, mas enfrenta rivais mais modernas.


Ela é a atual líder do mercado. Vende uma média de 800 unidades mensais - quatro vezes mais que a 307 SW. E você deve estar se perguntando: o que ela faz aqui, em segundo lugar? O comprador da Fielder vai levar - se desembolsar 70 604 reais - um carro bem acertado em termos de chassi. Melhor que a Mégane nesse aspecto, a Fielder é uma caminhoneta na mão, complacente com os buracos.
Ainda que não falte espaço no interior, a Fielder tem o menor entre-eixos entre as rivais e seu porta-malas é mais modesto, com apenas 411 litros. Ao pagar o mesmo preço de uma Mégane Grand Tour, se fizer a comparação com as competidoras o motorista vai sentir na Toyota a com estes equipamentos como: Computador de bordo, câmbio automático sequencial e comandos do rádio na coluna de direção (opcional nas rivais) e dos bancos traseiros removíveis e do ar-condicionado digital (opcional na Peugeot).
Embora pareça mais jovial que o irmão Corolla, o visual da Fielder já apresenta alguma defasagem em termos de estilo. Nesse aspecto, a Peugeot confirma sua inferioridade após receber os mesmos elementos visuais da família 407, como a grande entrada de ar na dianteira e os faróis afilados. A Toyota limitou-se a modificar a grade frontal da perua e a padronagem de bancos, nestes seis anos de mercado.
Na pista, a Fielder andou junto com a 307 SW nos testes de aceleração e retomada (foi até melhor no de 40 a 80 km/h, fazendo o percurso em 5,5 segundos). No entanto, quando o assunto é consumo de combustível, ela dá um banho nas rivais. Na cidade faz 11,4 km/l e na estrada 14,1 km/l. Credite os bons números ao motor 1.8 VVT-i, que tem comando variável de válvulas. E pode anotar: a economia não acaba na hora de reabastecer. O comprador da Toyota leva a garantia de três anos de fábrica e a fama de carro inquebrável. Seu segundo lugar neste comparativo está longe de configurar um mau negócio.

COROLLA FIELDER - R$ 70 604

SUSPENSÃO
A Fielder anda bem em qualquer piso e ainda tem um tempero esportivo, ideal para pais mais "apressados".
Avaliação: XXXX

AO VOLANTE
Os comandos estão bem posicionados. Mas o interior é minimalista, nada além do necessário.
Avaliação: XXX

CARROCERIA
As linhas ainda agradam, mas falta porta-malas e os passageiros que vão atrás têm menos espaço do que nas rivais.
Avaliação: XXXX

MOTOR E CÂMBIO
Competente no andar e comedida no apetite, só faltou o câmbio seqüencial à Fielder.
Avaliação: XXXX

MERCADO
É a líder em vendas, tem fama de ser inquebrável e três anos de garantia. Uma nova versão já está nos planos da Toyota, para 2008.
Avaliação: XXXXX 

Total:
20 pontos

Fielder x 307 SW x Mégane Grand Tour: Terceiro lugar

Peugeot 307 SW

A 307 perdeu para o Grand Tour e para a Toyota.

Hoje ainda é mais cara, apesar de a Peugeot ter feito uma redução em seu preço: são 79 850 reais pela perua, cerca de 9 000 reais a mais que as rivais. É uma quantia razoável, mas vale lembrar que o público desses carros pode se permitir alguns luxos. De fábrica, a 307 é a mais equipada. Se o teto de vidro é mais estético que funcional, os airbags laterais e de cabeça e o ar-condicionado digital, com regulagem independente para motorista e passageiro, são argumentos práticos. Some-se a isso a fileira de bancos traseiros, que são individuais e removíveis - Mégane e Fielder têm o banco traseiro bipartido.
Seu seguro, que está na casa dos 4 000 reais, fica no mesmo patamar do da Fielder, assim como as peças de reparação (o carro é importado, mas divide diversos componentes com o 307 argentino).
Como em qualquer carro de família, porta-malas e conforto contam ponto. A 307 SW leva 562 litros, contra 520 da Mégane e apenas 411 da Toyota. Em relação à Renault, a diferença é inexpressiva. Comparada à Fielder, entretanto, isso significa uma mala de más proporções. Os passageiros da 307 usufruem do melhor espaço interno. O entreeixos de 2,7 metros é o campeão do comparativo: são 10 centímetros a mais que a Fielder e 1 a mais que a Mégane. O acabamento também agrada - nesse aspecto, as três se equivalem. Mas a sensação no interior de uma 307 é de um carro mais refinado, resultado de detalhes cromados nos aros dos mostradores, nas maçanetas internas e na base da alavanca de câmbio. Mas ela não é perfeita. Das três, tem acerto de suspensão um pouco mais duro, dando mais firmeza ao conjunto, mas trazendo batidas secas quando o motorista desavisado pega um buraco.

307 SW - R$ 79 850

SUSPENSÃO
O acerto mais firme de molas e amortecedores agrada em asfalto liso. Mas batidas secas em piso irregular doem no coração.
Avaliação: XXX

AO VOLANTE
Direção direta, câmbio seqüencial e comandos bem posicionados. O interior agrada pelos apliques cromados.
Avaliação: XXXX

CARROCERIA A 307 tem linhas cativantes. O teto de vidro traz luz natural ao interior e não afeta a rigidez torcional da carroceria.
Avaliação: XXXX

MOTOR E CÂMBIO
O conjunto se comportou bem na pista de testes e no trânsito. O câmbio seqüencial ganhou atualização no software.
Avaliação: XXXX

MERCADO
É importada e mais cara. Mas o preço das peças de reposição (que são as mesmas do 307 argentino) está na média do das rivais, assim como o seguro.
Avaliação: XXX

Total: 18 pontos

Notas:
X = Péssimo
XX = Ruim
XXX = Bom
XXXX = Muito Bom
XXXXX = Excelente
 

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