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Saturday, October 29, 2011

LAND ROVER EVOQUE CHEGA NO BRASIL POR R$ 164.900

O Range Rover Evoque é o mais novo utilitário da Land Rover e mais importante lançamento da marca britânica até agora. É um SUV compacto que combina toda a capacidade de um jipe e veículo de luxo. Foi lançado ano passado em setembro no Salão de Paris. No Brasil, chega nas lojas em novembro.

O utilitário de luxo é o menor, mais leve e o mais econômico da Linha Range Rover. Está sendo comercializado nas versões Pure, Dynamic e Prestige. A primeira a partir de R$ 164.900 e as outras duas com o mesmo preço inicial: R$ 182.900.
Cada versão traz várias opções de acabamento interno, externo e cores. Todas estão equipadas com o motor a gasolina 2.0 Si4 de 240 cavalos e 34,7 kgfm de torque a apenas 1.750 rpm. O desempenho do motor é auxiliado pela transmissão automática sequencial de seis velocidades AISIN AW F21. Nesta caixa, a alavanca de câmbio deu lugar ao sistema Drive Selector, que faz as trocas com um simples giro de um botão no console.

O Range Rover Evoque traz a tradição e capacidade off-road da Land Rover. A tração integral das quatro rodas com o sistema Terrain ResponseTM, adapta o sistema mecânico do SUV para qualquer tipo de terreno.
A versão Pure tem o design mais aproximado do veículo conceito LRX, que originou o Evoque. Vem com rodas de liga leve de 18 polegadas e três tipos de acabamento interno: preto, bege ou cinza (Ebony, Almond, Cirrus).
A Dynamic é a versão considerada esportiva, com rodas de liga leve de 19 polegadas, grade frontal e saídas de ar mais escuras. O acabamento interno conta com bancos diferenciados, mais esportivos e com quatro opções de cores aliada a alumínio escovado. Também há um sistema de iluminação interna com várias opções de cores. Entre os equipamentos, está o sistema de navegação HDD com tela de 8 polegadas e sistema Park Assist, que ajuda a estacionar o veículo.
A versão de luxo Prestige oferece um acabamento externo com grade frontal, saídas de ar e faróis de neblina cromados. As rodas de liga leve de 19 polegadas trazem um design e acabamento exclusivos. Por dentro são cinco opções de cores com bancos de design inovador e um teto panorâmico. Entre uma grande lista de equipamentos estão sistema Park Assist, bancos elétricos, ar-condicionado automático e sistema de navegação HDD.
A versão Dynamic e Prestige conta ainda com o pacote Tech Pack que oferece rodas esportivas de 20 polegadas, bancos do tipo concha, chave keyless, sistemas de câmeras 360º, sistema de som com 825W, sistema de TV analógica e digital e porta-malas com abertura elétrica. Além desse itens os modelos são equipados com o sistema Adaptive Dynamics (mesma do Range Rover Sport) que absorve as imperfeições do terreno. A versão Dynamic e Prestige Tech Pack são vendidas por R$ 231.900.

Thursday, October 27, 2011

MITSUBISHI LANÇA NO BRASIL O SEDÃ ESPORTIVO LANCER

O Lancer sedan é um projeto lançado em 2008 na Europa e construído na mesma plataforma do SUV Outlander. O modelo que chega ao Brasil tem três versões: a 2.0 GT, a 2.0 CVT e a 2.0 M/T com rodas de aro 18 polegadas e equipado com motor 2.0 litros de 160 cv e 20 kgfm de torque.
Entre os equipamentos estão sensor de chuva, sensor de acendimento dos faróis, piloto automático e computador de bordo. Na versão GT o computador de bordo é em LCD colorido. O sistema multimídia vem com GPS integrado em português.
O Lancer tem três anos de garantia sem limite de quilometragem e vai estar nas concessionárias a partir de novembro pelos preços: Lancer 2.0 M/T por R$ 67.990,00 - Lancer 2.0 CVT por R$ 73.990,00 - Lancer 2.0 GT por R$ 85.990,00 e Lancer 2.0 GT com xênon e espelho eletrocrômico por R$ 89.990,00.

NISSAN VERSA É LANÇADO OFICIALMENTE - PREÇOS PARTEM DE R$ 35.490

De olho no valioso mercado dos sedãs compactos, a Nissan começa em novembro a vender o Versa no Brasil. O modelo produzido na fábrica da marca em Aguascalientes, no México, é o segundo produto da plataforma V da Nissan, que também dá base ao March, o compacto "popular" recém lançado pela marca no país. O Versa também é mais uma peça chave no plano da marca chamado "1 Nova Nissan", que pretende ampliar a participação da japonesa no Brasil para 5% do mercado com a introdução de novos modelos em segmentos até então não explorados por nenhuma marca oriental.
O Versa chega para bater de frente com concorrentes como o Volkswagen Voyage e Ford Fiesta Rocam sedã, usados pela Nissan como balizas na hora de configurar o modelo para o mercado brasileiro. O carro já está sendo vendido no mercado norte-americano desde setembro, e é o modelo mais barato da Nissan nos Estados Unidos, além de um dos carros mais em conta daquele país. Curiosamente, lá o modelo é chamado de Versa Sedan, enquanto o Versa hatch nada mais é que o conhecido Tiida vendido aqui.
Mas as semelhanças terminam na nomenclatura usada. O desenho do Versa é bem diferente de tudo o que a Nissan vende no Brasil. O carro se destaca até mesmo em relação ao March, com quem compartilha plataforma. No entanto o entre-eixos foi alongado para 2,60 m, contra 2,45 m do hatch, o que deu ao carro novas proporções e distingue o Versa do estigma de ser apenas um "March sedã". As linhas do sedã de 4,45 m de comprimento lembram mais os sedãs maiores vendidos nos Estados Unidos e desconhecidos do público brasileiro, como o Altima e o Maxima.
A Nissan disponibiliza três versões do carro para o mercado nacional, a básica S, vendida por atraentes R$ 35.490, traz de série airbags frontais, direção elétrica, travas elétricas com comando à distância e computador de bordo. O único opcional é o ar condicionado, que acrescenta R$ 2.500 ao preço base. A intermediária SV adiciona trio elétrico, sistema de som com entrada para iPod, banco traseiro bi-partido e cinto de segurança de três pontos para o passageiro central do banco traseiro por R$ 39.990. A topo SL, por R$ 42.990, é a única equipada com ABS, não oferecido nem como opcional nas outras. Além do equipamento, o Versa mais caro tem faróis de neblina, rodas de liga leve e o painel com iluminação permanente "Fine Vision". O foco da Nissan é na intermediária, que corresponderá por 40% do mix de produção. O restante é dividido em 30% para a S e SL. A marca espera vender cerca de 1.900 Versa por mês no Brasil a partir de novembro, quando o carro começa a chegar nas concessionárias da marca.
Todas as versões são equipadas com o motor 1.6 16v de 111 cv a 5.000 rpm e 15,1 kgfm a 4.000 rpm de torque com etanol já conhecido no March recém-lançado no Brasil. O propulsor é equipado com comando de válvulas variável, que equaliza a curva de torque e entrega mais força em baixas rotações. O sistema é o mesmo usado nos motores 2.0 do Sentra e 1.8 da Livina e do Tiida.
Impressões ao dirigir
Campos do Jordão/SP - Logo ao entrar no carro, o painel praticamente idêntico ao March se não sobressai pela ousadia no estilo, também não deve funcionalidade. A única mudança em relação ao hatch compacto são os mostradores, que adotaram uma disposição mais clássica no sedã, com velocímetro e conta-giros circulares do mesmo tamanho, de melhor visualização. Além disso, a iluminação em tom azulado é permanente na versão topo SL, mas a excessiva redução no brilho pode dificultar a leitura das informações do computor de bordo quando se usar os faróis acesos durante o dia. De resto, tudo igual ao March. Os comandos são bem localizados, leves e de fácil utilização. O único senão vai para as travas, que trancam quando o carro entra em movimento, mas não se abrem ao puxar a maçaneta.

O modelo surpreende pelo bancos dianteiros confortáveis e com apoios laterais corretos. Entretanto, achar a melhor posição de dirigir pode ser difícil com o ajuste de inclinação do encosto escondido na parte esquerda do assento, junto à lateral do carro. Além disso, o ajuste é feito em pontos definidos, o que limita a escolha. O volante tem ajuste de altura, mas não de profundidade, e merecia um revestimento em couro, ao menos na versão mais cara. Ao menos o isolamento acústico é eficiente, o que torna viagens menos cansativas.
No entanto, o maior destaque do Versa é o enorme espaço para os ocupantes do banco traseiro. O carro se fez valer do entre-eixos de 2,60 m - digno de sedãs médios - e presenteia a segunda fileira com muito espaço. Mesmo com o banco todo recuado, o vão para as pernas ainda é grande o suficiente para acomodar sem aperto adultos de até 1,80 m de altura. O espaço para cabeça é justo, ainda que a curvatura do teto possa atrapalhar o entra e sai, mas ainda assim, é notável em se tratando de um sedã compacto.
Ignição ligada, o 1.6 16v da Nissan cumpre bem o papel de empurrar o modelo com eficiência. Os 111 cv a 5.000 rpm dão conta de levar os somente 1.069 kg do Versa mais pesado com agilidade, ainda que o ar condicionado roube mais potência do que o esperado. O câmbio é bem escalonado, e possui engates rápidos e precisos. O Versa é um carro agradável de dirigir e muito competente, e tem potencial para incomodar os rivais com bom acabamento, desempenho correto e muito espaço interno.

Versões e Preços do Nissan Versa

Versa 1.6 S (R$ 35.490)
· Airbag duplo
· Trava elétrica
· Sistema Keyless com abertura do porta-malas
· Alarme
· Direção elétrica progressiva
· Ajuste de altura do banco do motorista
· Computador de bordo
· Console central inteiriço
· Tampa de combustível com abertura interna
· Rodas de aço aro 15 com pneus 185/65R15 e calotas

Opcional:
· Ar-condicionado (R$ 2.500)

Versa 1.6 SV – R$ 39.990
Todos da versão 1.6S + AC acrescidos de:

· Vidros com acionamento elétrico nas quatro portas
· Retrovisor com acionamento elétrico na cor do veículo
· Rádio CD Player 2DIN com RDS, MP3, iPod e entrada auxiliar
· Maçanetas externas cromadas
· Banco traseiro bipartido (60/40)
· Três cintos de segurança traseiro de três pontos
· Sistema fixação de cadeiras de criança ISOFIX
· Abertura interna do porta-malas
· Iluminação do porta-malas

1.6 SL – R$ 42.990
Todos da versão 1.6SV acrescidos de:

· Freios ABS com distribuição eletrônica da frenagem (EBD) e assistência à frenagem (BA)
· Roda de liga de aro 15 com pneus 185/65R15
· Maçanetas internas cromadas
· Painel “Fine Vision”
· Farois de neblina

Cores:
· Azul Onyx
· Vermelho Fuji
· Branco Aspen (sólida)
· Cinza Titanium
· Preto Premium (sólida)
· Prata Classic

Texto: Motor Dream

Friday, October 21, 2011

PEUGEOT RCZ É LANÇADO NO BRASIL POR R$ 139.900 - VEJA O TESTE

O mercado de automóveis do Brasil pode até ser a “bola da vez”, na opinião dos investidores. Afinal, novas fábricas são anunciadas, novos modelos são lançados e recordes de vendas são batidos em uma sequência interminável. Mas, analisando com cuidado, constata-se que é sempre mais do mesmo. Invariavelmente, são modelos pequenos e médios nas configurações mais consagradas. A Peugeot é uma exceção. Ela se arriscou a trazer o 3008 – um crossover no sentido original, que mistura configurações de carroceria – e até hoje, quase um ano depois de lançado, tem uma fila de dois a três meses para entregar o modelo. Agora passa a vender o cupê-esportivo RCZ que, em um mercado de mesmices, se torna inusitado. Tanto que a montadora francesa não consegue apontar um rival no Brasil entre as marcas generalistas. Ela tem de voltar a mira para modelos de marcas premium. E aí aparece uma diferença fundamental: o preço. O RCZ custa “módicos” R$ 139.900. Algo como 30 a 40% menos que cupês como Audi TT, BMW Z4 e Mercedes-Benz SLK.
O grande poder de atração de um cupê esportivo é a estética. E nisso o RCZ mostra uma grande força. Principalmente nas laterais, dominadas pelos arcos em alumínio – prateados independentemente da cor do carro. São eles que desenham o habitáculo e, junto com os dois ressaltos sensuais do teto – que se espalham até o vidro traseiro – dão um especial charme ao modelo. A traseira tem paralamas bastante redondos e ressaltados e um lanterna triangular, bem característica da Peugeot. Uma bossa extra é o aerofólio, que se levanta automaticamente em duas alturas, a partir de 85 km/h, mas também pode ser acionado através de um botão no console. A frente acompanha razoavelmente a identidade da marca, com alguns exageros, como nos faróis e na proporção da grande, para dar agressividade ao carro.
Boa parte da tecnologia que a Peugeot pretende afirmar está exatamente na construção dessa carroceria. A plataforma base do cupê é a da linha 308 – inclusive, quando foi apresentado como conceito em 2007, foi chamado de 308 RCZ. Para ser aplicada ao modelo, ela passou a misturar elementos em aço de diversas espessuras com partes em alumínio. As bitolas dianteira e traseira foram aumentadas – em 4,4 e 6,3 cm – e teve suspensão e freios redimensionados.
O desenho e a arquitetura do RCZ insinuam esportividade. De fato, o modelo tem uma motorização bastante interessante. Sob o capô está o propulsor da família Prince, um 1.6 16V THP – “turbo high pressure” ou turbo de alta pressão – que é gerenciado por um câmbio automático de seis marchas com modo manual sequencial e entrega 165 cv a 6 mil giros e 24,5 kgfm de torque já aos 1.400 rpm. Este motor é o mesmo que equipa o 3008 com 156 cv. Os 9 cv a mais sãooriginados do novo mapeamento preparado pela engenharia da Peugeot, além de novos pistões e um novo catalisador. O RCZ “brasileiro” – preparado para andar com gasolina misturada com 20 a 25% de etanol – é o primeiro modelo da marca no mundo a usufruir dessa evolução. A partir da linha 2012, ela passará a ser aplicada a todos os carros que usarem o propulsor – inclusive a futura versão top do sedã 408, que chega no primeiro trimestre do ano que vem.
Por dentro, o carro da Peugeot é bem completo. Ar-condicionado dual zone, airbags frontais e laterais, ESP com ABS e controle de tração, revestimento em couro no banco, console e painel frontal, faróis de xênon, trio elétrico e direção eletro-hidráulica, computador de bordo e som com conexão por Bluetooth e por USB. Ou seja: o RCZ tem tudo que se espera de um carro de R$ 139.900. Pela primeira reação nas revendas, as projeções iniciais da Peugeot já se mostraram tímidas demais. A marca imaginava que venderia de 25 a 30 unidades por mês e que o lote inicial de 200 carros duraria, pelo menos, até o final do verão. Agora já se estima que o estoque não vá durar nem até o “reveillon”.
Primeiras impressões

Valor interior

Indaiatuba/São Paulo – A Peugeot pesou bem e decidiu trazer a versão de menor potência do RCZ – além dessa, há outra, também da família Prince, com 200 cv e câmbio mecânico de seis marchas. Mais que um bólido, a Peugeot queria trazer um carro de imagem, que desse status a quem dirige, com uma pitada de adrenalina. E é isso que o cupê francês entrega. Tem boas acelerações e é muito bem assentado no asfalto. O zero a 100 km/h, segundo a Peugeot, é feito em 8,4 segundos e a máxima fica em 213 km/h. Não é nada que impressione muito, mas já torna o RCZ bem divertido – aliás, o cupê da Peugeot se mostra mais interessante em curvas que em retas. O rolamento lateral, mesmo em trechos bem sinuosos, é bastante sutil. O baixo centro de gravidade e a boa distribuição de peso entre os eixos deixam o modelo bem neutro.

Já nas retas, quando o motor tem de falar, o cupê não consegue entregar tudo que seu desenho promete. O câmbio de seis marchas tem delays um pouco longos demais nas passagens manuais. Nada que não fosse contornado com a intimidade adquirida após umas poucas voltas no pequeno e travado circuito da Fazenda Capuava. Bastou antecipar um pouco o movimento na alavanca. Um ponto a favor são as várias regulagens dos bancos elétricos e do volante, que se ajustam em todos os sentidos. Também são boas a leitura dos instrumentos, a ergonomia dos comandos e, principalmente, o desenho do banco. Eles seguram o corpo com firmeza, mesmo nas curvas mais fechadas.

O RCZ é um autêntico 2+2. O espaço interno é contado. Atrás, até parece que os cintos de seguranças estão ali para efeitar, tão exígua é a área reservada aos “+2”. Mesmo crianças pequenas ficam apertadas. Para os primeiros “2”, que vão nos bancos dianteiros, a situação é um pouco melhor. Mas também é ali que as duas protuberâncias no teto se explicam: elas criam um espaço precioso para impedir que os ocupantes batam, literalmente, com a cabeça no teto. Já o acabamento, por outro lado, é muito bem feito. O interior é majoritariamente revestido em couro pespontado: banco, volante, painel, console frontal e painéis de porta. Vários detalhes e aplique em metais e em plástico de aspecto agradável. Um ambiente de requinte e conforto ameniza bastante qualquer sensação de aperto.

Ficha Técnica

Peugeot RCZ 1.6 16V THP

Motor: Gasolina, dianteiro, transversal, 1.598 cm³, alimentado por turbina de hélice dupla, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro. Comando duplo de válvulas no cabeçote com sistema de variação de abertura na admissão e escape. Injeção direta de combustível e acelerador eletrônico.
Transmissão: Câmbio automático com modo manual sequencial de seis marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira. Oferece controle de tração.
Potência máxima: 165 cv a 6 mil rpm.
Aceleração de 0 a 100 km/h: 8,4 segundos.
Velocidade máxima: 213 km/h.
Torque máximo: 24,5 kgfm a 1.400 rpm.
Diâmetro e curso: 77,0 mm x 85,8 mm. Taxa de compressão: 11,0:1.
Suspensão: Dianteira McPherson com rodas independentes, barra estabilizadora, molas helicoidais e amortecedores hidráulicos pressurizados. Traseira com rodas independentes, travessa deformável e amortecedores hidráulicos pressurizados. Oferece controle de estabilidade.
Pneus: 235/45 R18.
Freios: Discos ventilados na frente e sólidos atrás. Oferece ABS.
Carroceria: Cupê em monobloco com duas portas e quatro lugares. Com 4,28 metros de comprimento, 1,84 m de largura, 1,35 m de altura e 2,61 m de distância entre-eixos. Oferece airbags frontais e laterais.
Peso: 1.363 kg.
Capacidade do porta-malas: 321 litros.
Tanque de combustível: 55 litros.
Produção: Sochaux, França.
Lançamento: 2010.
Lançamento no Brasil: 2011.
Itens de série: Airbags frontais e laterais, aerofólio móvel, controle de estabilidade, faróis de xenon, ABS com auxílio a frenagem de emergência e repartidor eletrônico de frenagem, sensor de luminosidade, ar-condicionado dual zone, bancos de couro com aquecimento, coluna de direção com regulagem de altura e profundidade, direção assistida, cruise control, trio elétrico, retrovisores eletricamente rebatíveis, rádio/CD/MP3/USB/AUX/Bluetooth e rodas de liga leve de 18 polegadas.
Preço: R$ 139.900.

Saturday, October 15, 2011

NOVA GERAÇÃO DA BMW SÉRIE 3 É APRESENTADA

A sexta geração do BMW Série 3 foi apresentada oficialmente nesta sexta-feira (14/10), na sede da marca alemã em Munique, capital do estado da Baviera. A nova geração do modelo médio lançado pela BMW em 1975 ganhou as referências estéticas já presentes nos atuais Série 5 e Série 6. O novo Série 3, sob o código F30, também cresceu em tamanho, com 9,3 cm a mais no comprimento, 5 cm extras na distância entre-eixos, 3,7 cm na largura dianteira e 4,7 cm na largura traseira. A nova silhueta aumentou o conforto para os passageiros de trás e ainda concedeu um ar mais esportivo ao sedã. Apesar de maior, o Série 3 ficou 40 kg mais leve que o anterior E90, lançado em 2005.
A marca bávara passa a oferecer três variações de equipamentos, Sport Line, Luxury Line e Modern Line. E a motorização contempla quatro motores, todos com a tecnologia BMW TwinPower Turbo. São duas opções diesel e uma a gasolina, com seis cilindros, e o novo quatro cilindros turbo a gasolina que equipará o 328i. A novidade, segundo a BMW, oferece condução mais dinâmica combinada com redução no consumo de combustível e na emissão de gases poluentes.
Outra novidade é a transmissão automática de oito velocidades, disponibilizada pela primeira vez no segmento médio dos veículos premium. O câmbio vem acoplado com a função start/stop e pode superar a economia dos modelos equipados com caixa manual de seis marchas. Os recursos também incluem freios regenerativos e também o modo ECO PRO, que escolhe a forma mais eficiente de poupar combustível a partir da análise do estilo de condução de cada motorista. No caso do BMW 320d equipado com a tecnologia BMW EfficientDynamics e propulsor diesel de 165 cv, o consumo médio combinado ficará em torno de 24,3 km/l.
Entre os recursos de segurança, o destaque são os opcionais Active Protection e Advanced eCall. O primeiro é um sistema de proteção dos ocupantes, enquanto o segundo permite que o veículo seja localizado facilmente em caso de acidente, a partir do acionamento automático dos serviços de emergência. O proprietário do novo Série 3 também poderá contar com um sistema de assistência de estacionamento, que auxilia o condutor nas manobras para estacionar o veículo. Outra novidade tecnológica é o Head-Up Display, que projeta as principais informações do veículo no para-brisas, ampliando o campo de visão do motorista.
Com investimentos de 1 bilhão de euros em sua produção global, o novo Série 3 tem pela frente a missão de manter a liderança entre os sedãs médios premium. São 12 milhões de unidades vendidas desde 1975. A nova geração começará a ser vendida em fevereiro de 2012, com preços entre 35.350 euros (Série 3 320d) e 43.3600 euros (Série 3 335i). Uma versão híbrida está confirmada para setembro. O modelo será produzido nas unidades de Munique e Regensburg, na Alemanha, e Rosslyn, na África do Sul.
A atual geração, apresentada em 2005, vendeu 2,8 milhões de unidades em seis anos. Apenas em 2010, o modelo emplacou 399 mil unidades, soma que representa 33% de todo o volume comercializado pela BMW no ano passado. Os principais mercados globais do Série 3 são Estados Unidos (24%), China (22%), Reino Unido (16%), Alemanha (10%) e os outros mercados europeus (14%).


Tuesday, October 11, 2011

MINI COOPER COUPÉ CHEGA AO BRASIL POR R$ 134.950

A MINI lançou na última segunda-feira, 10 de outubro, o MINI Coupé no Brasil. O modelo chega para ser o veículo mais rápido da linha e ainda tem cheiro de novidade, já que foi lançado oficialmente em setembro, durante o Salão de Frankfurt.
O carro, que tem espaço para apenas dois ocupantes, será oferecido em duas versões: Coupé, que custa 134.950 reais, e Coupé S, cujo preço sugerido é de 149.950 reais. Segundo o presidente da MINI, Martin Fritsches, os valores já incluem o reajuste forçado pela nova alíquota do IPI.
O design associa prontamente o Coupé aos outros modelos da marca. Os elementos característicos do MINI estão todos lá, como os faróis arredondados e a grade com apliques cromados. O interior também é parecido com seus ‘irmãos’, com uma overdose de formas circulares e o nada discreto velocímetro no centro da cabine.
O Coupé terá duas opções de motorização, ambas com 1,6 litro: enquanto a versão “de entrada” tem 122 cv, o Coupé S esbanja 184 cv. No caso da opção mais arisca, os números de desempenho indicam aceleração de 0 a 100 km/h em 6,9 segundos e velocidade máxima de 230 km/h.

AUDI RS3 DESEMBARCA NO BRASIL POR R$ 298.000

A Audi anunciou oficialmente nesta segunda-feira, 10 de outubro, a chegada do Novo Audi RS3 ao mercado brasileiro. A versão superesportiva do A3, que tem motor de 340 cv de potência e acelera de 0 a 100 km/hora em apenas 4,6 segundos, será comercializada no Brasil ao preço de R$ 298 mil.
O Audi RS3 Sportback traz debaixo do um potente motor de 2,5 litros turbo de cinco cilindros que produz 340 cv de potência e 46 kgfm de torque disponíveis a impressionantes 1600 rpm. Este propulsor foi eleito recententemente na Europa como o “Motor do Ano” por um juri formado por jornalistas automotivos. O esportivo também conta com transmissão S tronic de sete velocidades e dupla embreagem, tração permanente quattro, rodas de 19 polegadas e parachoques de fibra de carbono com plástico reforçado (carbon-fiber‑reinforced plastic – CFRP).
Este conjunto mecânico permita ao RS3 acelerar de 0 a 100 km/hora em apenas 4,6 segundos enquanto a velocidade máxima de 250 km/hora é limitada eletronicamente. Mesmo com todo este desempenho e pesando 1.575 kg, a Audi informa que o RS3 tem consumo médio de 11 km por litro de combustível e emite 212 g de CO2 por km. Essa eficiência deve-se, em parte, ao funcionamento da bomba de óleo sob demanda e ao sistema regenerativo que recupera energia quando o carro desacelera (KERS).
Para contribuir na estabilidade do esportivo, a suspensão traseira é do tipo four-link, com curso de 1.528 milímetros, e ancorada em um subchassi que tem a habilidade especial para lidar com as forças longitudinais e laterais separadamente. Na dianteira, a suspensão McPherson, também com um subchassi separado, teve o curso ampliado para 1.564 milímetros.
A suspensão esportiva rebaixa o chassis do Audi RS 3 Sportback em 25 milímetros, em comparação ao Audi A3 Sportback. Para garantir a esportividade, o modelo top de linha tem, de série, rodas de alumínio de 19 polegadas e pneus 235/35 (na dianteira) e 225/35 (na traseira). As rodas vêm com polimento e acabamento em titânio, mas há a opção de acabamento preto com detalhes em vermelho.
O sistema de freio vem com discos internamente ventilados com 370 milímetros de diâmetro, na dianteira, e 310 mm, na traseira. Os anéis de fricção dianteiros são perfurados para máxima dissipação de calor, as pinças em alto brilho e ostentam logotipos RS. O Sistema Eletrônico de Estabilização (ESP) oferece um modo Sport e pode ser desligado por completo.
O modelo top de linha da família A3 vem equipado com faróis de xenon plus, spoiler dianteiro além da grade frontal com desenho diferenciado. Na lateral, o RS3 dispõe de para-lamas dianteiros feitos em fibra de carbono com plástico reforçado (CFRP), retrovisores com acabamento em alumínio fosco e um spoiler de grandes dimensões. Um difusor preto brilhante e duas ponteiras de escape elípticas à esquerda acentuam o estilo esportivo na traseira. Os logotipos RS 3 enfeitam a grade dianteira e a tampa do porta-malas.
Na parte interna veículo, o acabamento é totalmente negro. Os bancos dianteiros são esportivos e o volante multifuncional de base plana é revestido com couro e tem acabamentos em alumínio. No quadro de instrumentos, o sistema de informação do condutor pode exibir a pressão do turbo e a temperatura do óleo, assim como um contador de voltas com cronômetro para o caso de utilização do veículo numa pista de corrida.
Os equipamentos de série do Audi RS 3 Sportback incluem sistema de estacionamento traseiro, controle de temperatura, sistema de som Bose e faróis em xenon plus com luzes diurnas em LED.
Segundo a Audi, de agora até meados de 2012, o mercado brasileiro irá receber 20 unidades do RS3 Sportback.

Monday, October 10, 2011

LANÇAMENTO: FORD NEW FIESTA HATCH CHEGA ÀS LOJAS POR R$ 48.950

A Ford passa a atuar no segmento de compactos premium com a chegada do New Fiesta hatch. O modelo, que já està à venda nas concessionárias com valores entre R$ 48.950 e R$ 54.950, e garantia de três anos, está disponível em três versões de acabamento, todas equipadas com motor de 1,6 litro 16V bicombustível.
Importado do México, o lançamento passa a ser vendido pouco mais de um ano após a vinda da carroceria sedã. Também identificado pela linguagem Kinetic, o hatch se diferencia do sedã por incorporar um pouco mais de esportividade em suas linhas. Exemplos disso são a dianteira sem as barras cromadas e a traseira com spoiler. Na cabine, o acabamento segue a mesma receita do três-volumes: desenho futurista, botões bem localizados, mas com uso excessivo de plástico no painel e nas portas, mesmo na versão topo de linha.
Desde a configuração básica, o New Fiesta é equipado com ar-condicionado, direção elétrica, vidros, travas e espelhos elétricos, rodas de liga leve de 15 polegadas, CD-player/MP3, computador de bordo e alarme. A opção intermediária e topo de linha recebem, além de equipamentos de segurança (airbag e freios ABS com controle de estabilidade) e revestimento de couro, a tecnologia multimídia Sync da Microsoft, que possibilita interação entre motorista, celular e sistemas de áudio.

Conjunto mecânico demonstra sintonia

Feitos na fábrica da Ford em Taubaté (SP), o câmbio manual de cinco velocidades e o motor Sigma 1.6 16V de 110 cv (g) e 115 cv (a) mostraram intimidade durante o teste drive em trecho urbano e rodoviário. Com força máxima de 15,8 mkgf (g) e 16,2 mkgf (a) a 4.250 giros, o conjunto não demonstrou preguiça nas saídas nem nas retomadas de velocidade; a uma velocidade média de 100 km/h, o conta-giros estacionou nas 4.000 rotações, sem exigir muito esforço do motor. No trânsito, o engate preciso do câmbio facilita as reduções de velocidade.

De acordo com dados fornecidos pela Ford, o consumo misto (cidade/estrada) do modelo chega a 12,1 Km/l (g) e 8,2 Km/l (a). O reservatório de combustível carrega, no entanto, apenas 47 litros. A velocidade máxima, com os dois combustíveis é de 190 km/h; a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 12,1 s (g) e 11,7 s (a).
Interior segue mesmo padrão do sedã

Atraente por fora, mas simples por dentro. O New Fiesta hatch acompanha o padrão da carroceria sedã: existe harmonia entre dianteira, lateral e traseira na parte de fora, mas o uso excessivo de plástico e o contraste entre modernidade e simplicidade no painel decepcionam.

O plástico do tipo rígido é utilizado tanto no painel como na parte interna das portas. O desenho dos comandos do rádio agradam; logo abaixo, no entanto, a solução encontrada para o ar-condicionado parece de modelos de categoria inferior.

O hatch leva quatro passageiros. Na parte de trâs, quem tem até 1,65 m de altura consegue acomodar as pernas com conforto, mesmo com o banco do motorista ou passageiro todo para trás. No porta-malas, vão 290 litros de bagagem.

Versão intermediária e top vêm com Sync

O sistema multimídia disponível no Fusion e no Edge ganharam versão em português no Fiesta. Desenvolvido pela Microsoft, o Sync permite falar e mandar mensagens pelo celular por meio de comandos de voz. Da mesma forma, o passageiro pode procurar ou selecionar músicas.

Posicionamento no mercado - a Ford espera vender entre 2.000 e 2.500 unidades por mês do modelo, que chega para concorrer diretamente com Fiat Punto e Volkswagen Polo. O líder neste segmento no entanto, é o Citroën C3, com uma média de 3.700 unidades vendidas no acumulado deste ano.

 

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