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Friday, October 21, 2011

Pneus devem subir 5,5% em dezembro



Redação:AB
www.automotivebusiness.com.br
Associação Brasileira dos Importadores e Distribuidores de Produtos Automotivos (Abidipa) estima que os pneus tenham reajuste médio de 5,5% no Brasil ainda este ano. O motivo do aumento está no reajuste do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o produto, seja ele nacional ou importado. Por determinação do governo, o ICMS de pneus de carga e de passeio subirá em dezembro. “Quando todos pedem a redução de impostos, o Confaz pega a contramão da história, afirma o presidente da Abidipa, Rinaldo Siqueira Campos, referindo-se ao Conselho Nacional de Política Fazendária, vinculado ao Ministério da Fazenda.

O governo exige que fabricantes e importadores retenham o ICMS dos lojistas no momento da venda dos pneus. O imposto é calculado sobre uma “margem fictícia” estabelecida pelo próprio governo. Segundo a Abidipa, durante os últimos 26 anos essa margem foi de 42% para pneus de carros de passeio.

Agora, o recolhimento será sobre 52%. “Já era um absurdo imaginar que um lojista comprava um pneu por R$ 100 e o vendia R$ 142. Agora, o porcentual retido é ainda mais esdrúxulo”, diz Campos. Os pneus de carga terão o porcentual de retenção alterado de 32% para quase 40%.A alteração do convênio de ICMS 85/93 dispõe sobre substituição tributária nas operações com pneumáticos, câmaras de ar e protetores. Foi publicada no Diário Oficial da União no dia 5 deste mês. Em sua queixa, a Abidipa relata que os lojistas ficam sem alternativa, pois têm o ICMS recolhido antes da venda do pneu.

Thursday, October 20, 2011

Chinesa Shacman anuncia fábrica no Brasil

Redação AB
www.automotivebusiness.com.br

A fabricante chinesa de caminhões Shacman oficializa na próxima terça-feira, 25, sua intenção de instalar fábrica no Brasil, em local ainda a ser revelado. Em junho passado, o representante brasileiro da marca, a Metroshacman, com sede em Tatuí (SP), anunciou que começaria a importar da China, a partir de julho, as primeiras 100 unidades dos modelos pesados TT 420 4x2 e TT 385 6x4, este na foto ao lado (leia aqui).

O anúncio da fábrica será feito em São Paulo, no Anhembi, durante a 18ª Fenatran, por representantes da importadora Metroshacman e da fabricante chinesa Shaanxi Heavy Duty Automobile, que atualmente tem capacidade na China para montar 70 mil unidades/ano e exporta seus caminhões para 50 países.

Assim como vêm fazendo outras fabricantes nas últimas duas semanas, a Shacman provavelmente tentará ser incluída no regime diferenciado, ainda em gestação no governo, para novos produtores com intenção de instalar fábricas no Brasil, para dessa forma escapar da alta de 30 pontos porcentuais imposta em setembro passado para o IPI pago por veículos importados de fora do Mercosul e México.

Thursday, October 13, 2011

Etanol tem alta em 16 Estados e DF



Agência Estado
Via: www.automotivebusiness.com.br

Os preços do etanol hidratado praticados nos postos brasileiros recuaram em oito Estados e subiram em 16 e no Distrito Federal, de acordo com dados coletados pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) na semana terminada em 7 de outubro de 2011.

No Espírito Santo e no Paraná, os preços permaneceram estáveis. Por problemas técnicos, a ANP está atrasando a divulgação dos dados. No período de um mês, os preços do etanol recuaram em seis Estados e registram alta em outros 20 e no Distrito Federal.

Em São Paulo, maior Estado consumidor, as cotações subiram 0,16%. No período de um mês, os preços médios do etanol registram queda de 0,69% nos postos paulistas. A maior alta semanal foi verificada no Distrito Federal, de 4,4%. A maior queda semanal foi encontrada na Bahia, de 0,72%.

O preço médio em São Paulo ficou em R$ 1,87 por litro, ante R$ 1,867 na semana anterior. No Paraná, o valor médio ficou em R$ 1,995 (estável). No período de um mês, a maior queda foi verificada na Bahia, onde a cotação média recuou 1,53%. No mês, a maior alta foi no Distrito Federal, de 4,62%.

Na média de preços do Brasil, a gasolina permanece mais competitiva que o etanol, de acordo com a ANP. Em relação à média do preço da gasolina no País, que foi de R$ 2,755 por litro, o preço do etanol é competitivo até R$ 1,9285 por litro. Como o preço médio do etanol no Brasil está em R$ 2,009, os valores da gasolina estão 4% abaixo do ponto de equilíbrio.

No Brasil, o preço mínimo registrado para o etanol foi de R$ 1,499 por litro, no Estado de São Paulo. O valor máximo foi de R$ 2,99 por litro, encontrado no Maranhão. Na média de preços, o menor valor médio foi R$ 1,87 por litro, registrado em São Paulo, e o maior preço médio esteve Acre, a R$ 2,534 por litro.



Unica: moagem da cana recuou 7,4%

Daniel Mello e Vinicius Konchinski, Agência Brasil 
Via: www.automotivebusiness.com.br


Foram moídas, até 1º de outubro, 411,99 milhões de toneladas de cana-de-açúcar nas usinas do Centro-Sul do País. Segundo o balanço divulgado na terça-feira, 11, pela União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica), a quantidade é 7,39% menor do que no mesmo período da safra passada. 

Na segunda quinzena de setembro foram processadas 36,67 milhões de toneladas da matéria-prima, 34,69% a mais do que na mesma quinzena da safra passada. 

Do total da safra moída até o início de outubro, 51,51% destinaram-se à produção de etanol e os 48,49% à produção de açúcar. Com isso, desde o começo da safra, foram produzidas 25,98 milhões de toneladas de açúcar, uma redução de 4,19% na comparação com 2010. 

Já a produção de etanol caiu mais: 16,37%. Até outubro, foram produzidos 16,9 bilhões de litros do produto, seja ele anidro (usado como mistura da gasolina) ou hidratado (usado como combustível). Na safra passada, até este período, haviam sido produzidos 20,3 bilhões de litros. 

Em comunicado da Unica, o diretor técnico da entidade, Antonio de Padua Rodrigues, informou que “o cenário da safra está dentro do esperado”. Segundo ele, também “é natural que haja uma desaceleração no ritmo de moagem nas próximas quinzenas”. 

De acordo com a Unica, cerca de 20 usinas do Centro-Sul já encerram sua colheita. A maior parte delas fica em regiões tradicionais de São Paulo, onde houve uma quebra de safra significativa. 

Pesquisa: só 10% pretendem comprar carro zero




Pedro Kutney, AB
www.automotibebusiness.com.br

Existe queda expressiva na intenção de compra de carros zero-quilômetro até o fim deste ano. É o que revela pesquisa anual da agência de varejo automotivo MSantos, realizada com 1 mil pessoas na cidade de São Paulo em setembro passado. O levantamento mostra que apenas 10,3% dos consumidores ouvidos pretendem comprar um veículo novo ainda em 2011, contra 13,3% um ano antes. A pesquisa revelou também que quase 80% dos entrevistados (79,2%) não têm intenção de levar um zero-quilômetro para a garagem de casa nos próximos meses. Em agosto de 2010, quando foi realizado o levantamento anterior, esse porcentual era de 65,3%. E este ano as pessoas parecem ter mais certeza disso, já que o número de indecisos caiu pela metade, de 21,4% no ano passado para 10,5% agora.

Dos 10,3% que declararam ter intenção de comprar um veículo zero até o fim deste ano, 8,2% já têm pelo menos um carro e só 2,1% não têm nenhum. Em 2010 essa proporção era de 9,7% e 3,6%, mostrando que o recuo foi maior (1,5 ponto porcentual) entre aqueles que ainda não são donos de automóveis.


A pesquisa também mostra que, dentro do mesmo tamanho de amostragem, no intervalo de um ano aumentou bastante o número de entrevistados que tem carro: 58%, contra 39% em agosto de 2010. Assim, os que ainda não tinham um automóvel (42%) agora são minoria, reduziram sua participação no levantamento em quase 20 ponto porcentuais de um ano para outro, indicando que a queda na intenção de compra pode estar relacionada ao fato de a maioria das pessoas ouvidas já ter adquirido um veículo há menos de um ano.

Dos mil entrevistados, a grande maioria, 51%, tem renda mensal de até R$ 2 mil – justamente a faixa da população que vem encontrando maior dificuldade em aprovar crédito para a compra de um carro. Dos 49% restantes, 37% declararam ganhar de R$ 2 mil a R$ 4 mil e 12% acima de R$ 4 mil.

Os entrevistados entre 20 e 30 anos formaram a maioria da amostra, com 42%, seguidos por pessoas de 30 a 40 anos, 37%, e 21% tinham acima de 40 anos. 

Tuesday, October 11, 2011

Land Rover abre templo off road








www.automotivebusiness.com.br
Mário Curcio, AB




No dia 20 deste mês a Land Rover do Brasil vai inaugurar em Monte Mor, a cerca de 130 quilômetros da cidade de São Paulo, uma estrutura off road que se poderia chamar de “chique no último”, quer dizer, muito sofisticada. Instalado dentro do Haras Larissa, o Land Rover Experience Centre tem dois trajetos fora de estrada em que os proprietários de veículos da marca e interessados poderão aprender a dirigir em situações difíceis ou explorar melhor os recursos que seu 4x4 oferece. O local funcionará de quinta-feira a domingo. Os carros disponíveis para teste serão oito, todos Land Rover e cedidos pela empresa (nada de usar o próprio carro, ainda que seja da marca britânica). Num primeiro momento haverá dois cursos, um de meio período e R$ 800 e outro de período integral e R$ 1.200.

“O local será uma casa permanente para clientes e concessionários. Foi escolhido pela facilidade de acesso, como a proximidade dos aeroportos de Viracopos, Cumbica e das principais rodovias. Traremos grupos de toda a América Latina”, afirma o diretor-presidente da Jaguar Land Rover para América Latina e Caribe, Flávio Padovan. Padovan não revela o investimento feito e também não tem estimativa do potencial de vendas do Experience Centre: “Nesse primeiro momento vamos aprender com os concessionários, fidelizar clientes atuais e atrair novos compradores”, ressalta Padovan. A marca vem paparicando seus compradores este ano de maneira sistemática. Teria gasto cerca de R$ 1,5 milhão num evento no autódromo de Interlagos e aproximadamente R$ 1 milhão em pré-apresentações do Range Rover Evoque no Rio de Janeiro e São Paulo.

Na Europa, o Land Rover Experience Centre funciona como uma franquia. São 30 ao todo. Esta unidade brasileira é a única da América Latina e foi trazida e adaptada pelo empresário Augusto Carvalho, que explica a implantação do projeto.

Ele informa que mais adiante serão disponíveis pacotes de nível avançado, noturnos e também técnicas de direção evasiva em veículos blindados. “Ainda estudamos a composição de outros cursos. O evento terá sempre grupos pequenos, entre 20 e no máximo 50 pessoas”, afirma. Dentro do haras Larissa também funciona um Small Luxury Hotel, tipo de hospedagem bastante reservado. A ovinocultura é outro destaque do local.

Preços da Kia subirão devagar, afirma Gandini

José Luiz Gandini, Presidente da Kia Motors do Brasil


Pedro Kutney, AB 
www.automotivebusiness.com.br

O presidente da Kia Motors do Brasil e da associação de importadores de veículos sem fábrica no País, a Abeiva, José Luiz Gandini, voltou nesta segunda-feira, 10, à sua cruzada verbal contra as medidas do governo, baixadas por decreto há quase um mês, para sobretaxar veículos importados com alta de 30 pontos porcentuais no IPI aplicado a modelos vindos de fora do Mercosul e México. “A xenofobia cobre os olhos dos nossos governantes e abre caminho às benesses para um pequeno grupo de empresas, ditas brasileiras (as montadoras instaladas no País), quando na verdade estão remunerando o capital estrangeiro”, acusou, em seu discurso na cerimônia da Associação dos Dirigentes de Vendas do Brasil (ADVB), em que recebeu pela segunda vez o prêmio “Personalidade de Vendas” – fato inédito nos 60 anos de história da premiação.

Gandini citou o desempenho da Kia no Brasil como justificativa para ser o único a ter recebido o prêmio da ADVB duas vezes (2009 e 2011): as vendas cresceram 125% em 2010 e em setembro passado a marca coreana foi a sétima mais vendida no País – “e só não terminou o mês em sexto por falta de produto”, segundo o executivo. Em seguida, concluiu: “Com o fato de a Kia Motors estar vivendo esse momento único, acabamos incomodando a indústria local. E digo local, não nacional, porque não tem nenhuma brasileira neste setor e todas são iguais a nós importadores, pois entraram no País como importadoras.”

Para Gandini, o novo IPI tira a possibilidade de os veículos importados competirem com os nacionais e, ao mesmo tempo, “acaba com a nossa principal função de balizar os preços praticados no Brasil”. No entanto, o executivo acredita que nenhum importador vá repassar integralmente a alta da taxação aos preços finais. No caso da Kia, ele revelou que a estratégia será “aumentar gradualmente os preços até o fim do ano”. Gandini também aposta que os valores dos modelos nacionais não ficarão tão distantes: “Sem competição as montadoras vão subir suas tabelas, é isso o que vai acontecer.”

Produção no Uruguai e no Brasil

Gandini disse que foi “acertada” a isenção da alta do IPI para carros montados no Uruguai, que têm baixo índice de utilização de conteúdo local. “São poucos carros e o imposto acabaria inviabilizando as empresas lá”, disse. Ele avalia que o aumento da produção no país vizinho, para escapar da sobretaxação, “pode ser uma solução”, contudo vê pouco espaço para isso: “Nós produzimos o Bongo no Uruguai, mas é difícil aumentar muito a operação lá.”

E sobre tirar da gaveta os planos de construir uma fábrica da Kia em Salto (SP), onde há anos foi comprado um terreno para isso, Gandini disse que ainda não há planos concretos. “É um objetivo nosso produzir no Brasil, mas não tenho nada planejado por enquanto.”

Recado aos sindicatos

O presidente da Kia e da Abeiva também mandou um recado aos trabalhadores: “Em médio prazo eles também serão afetados, porque a alta de imposto não aumenta a competitividade internacional de ninguém, nem atrai projetos de modelos modernos para o País, como acontecia nos anos 80. Assim a exportação de veículos tende a diminuir ainda mais, o que por consequência pode reduzir os postos de trabalho”, defendeu, informando inclusive que vai procurar conversar com representantes de sindicatos, para tentar mudar o pensamento geral de que existiria no Brasil uma invasão de importados que fecharia postos de trabalho.

Thursday, October 6, 2011

Renault põe novos R$ 500 milhões do PR



Mário Curcio, AB 
www.automotivebusiness.com.br

O presidente mundial da aliança Renault-Nissan, o brasileiro Carlos Ghosn, anunciou nesta quarta-feira, 5, o investimento de R$ 500 milhões para ampliação das instalações da fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná. A informação foi dada em entrevista coletiva concedida na sede provisória do governo do Estado do Paraná.O dinheiro será aplicado na unidade de produção de carros de passeio, que passará de 224 mil para 324 mil veículos por ano. Atualmente, são feitos ali Logan, Sandero e o novato Duster. A produção da planta ocorre em três turnos desde maio deste ano e estaria restrita a 40 carros por hora. Passará a 60 unidades/hora com a ampliação, compra de equipamentos e a consequente contratação de 2 mil funcionários (mil até o fim do ano e outros mil até 2015).

Com isso, Ghosn reafirmou a intenção de elevar a participação da Renault dos atuais 5,2% para 8% até 2016. O executivo estava ao lado do atual governador do Paraná, Beto Richa, e disse que estudava com pelo menos outros quatro Estados esse novo aporte financeiro. “Decidimos pelo Paraná pela estrutura oferecida como o porto de Paranaguá, as rodovias e a proximidade com mercados como a Argentina, o Paraguai e o Uruguai”, afirma.

Para ganhar participação não bastará volume: “Teremos 13 novos produtos até 2016”, disse, sem revelar detalhes sobre os modelos que chegarão. Assim como na manhã anterior, durante o lançamento do utilitário esportivo Duster, o presidente mundial da companhia voltou a frisar que não acredita em crescimento sólido no Brasil se os produtos feitos aqui não tiverem grande conteúdo local.

Ele citou Índia e China, cujos índices de nacionalização estão em torno de 90%. O executivo disse querer resolver problemas no Brasil que comprometem o aumento desse conteúdo e cita o aço como exemplo: “Exportamos minério de ferro e importamos o aço da Coreia do Sul porque o nosso é um dos mais caros do mundo. Alguma coisa está errada”, disse.

Tanto o governador Beto Richa como Carlos Ghosn culparam o governo anterior (representado por Roberto Requião) de não ter firmado entendimentos anteriores. “Estive várias vezes no Brasil nos últimos oito anos no Brasil e nunca me reuni com o ex-governador”, disse Ghosn.

Beto Richa comemora o investimento da Renault: “Há dados que mostram que cada emprego direto implica a geração de seis indiretos.”

De Curitiba, Ghosn irá ao Rio de Janeiro, onde, na quinta-feira, revelará detalhes da nova fábrica que a Nissan terá no polo fluminense. O convênio com o governo do Estado do Rio de Janeiro será assinado no Palácio das Laranjeiras às 9h30.

Automotive Business também acompanhará esta nova viagem de Ghosn. Na reportagem sobre o lançamento do Renault Duster de nosso portal você confere também os depoimentos de Ghosn sobre IPI e sua opinião sobre a necessidade das indústrias de investir aqui.

Monday, September 12, 2011

Foton investirá US$ 500 milhões no Brasil


Redação AB, com informações da Folha Online
www.automotivebusiness.com.br

A Foton Motors confirmou a Cirilo Junior, da Folha de S. Paulo, a aplicação de US$ 500 milhões na construção de uma fábrica de caminhões no Brasil. Será a primeira planta do grupo fora da China, onde existem onze unidades voltadas para a construção desses veículos.

O jornalista registrou em artigo para o jornal que executivos da empresa estiveram no início da semana passada em Goiás, onde observaram possíveis locais para a unidade fabril. Os chineses estariam avaliando, também, alternativa em Pernambuco.

A previsão é que a fábrica comece a operar em 2014, montando caminhões semileves, de 3, 6 e 9 toneladas. A Foton produz também picapes, ônibus e vans.

Marcio Vita, diretor financeiro da empresa, disse que os veículos produzidos no País, voltados para deslocamentos curtos e com cargas leves, terão ar condicionado e vidros com trava elétrica.

A Foton estará presente à Fenatran (Anhembi, São Paulo, 24 a 28 de outubro) por meio da importadora Foton Aumark do Brasil Ltda., exibindo os caminhões semileves Aumark 311 (3,4 t de PBT) e leves 614 (6 t de PBT) e 917 (9 t de PBT). Os veículos estarão equipados com motores Cummins Euro 4, da série ISF, versões de 3,8 e 2,8 litros.

“Não conseguimos homologar todas as versões P7”, explicou Vita à jornalista Luciana Duarte, em artigo para Automotive Business sobre a feira de caminhões. Ele informou que a linha de veículos leves será comercializada no Brasil a partir de janeiro de 2012, com motores P7 fornecidos pela Cummins e sistema de pós-tratamento SCR. Os semileves, que chegarão a partir de 2013, utilizarão a tecnologia EGR. Os preços podem ficar 15% abaixo dos praticados pela Mercedes-Benz e Iveco.

VW deve abrir oito fábricas até 2018





CEO do Grupo VW, Martin Winterkorn



Redação AB, com informações de Automotive News Europe www.automotivebusiness.com.br

A Volkswagen pode abrir oito novas fábricas em sete anos, disse o CEO do Grupo, Martin Winterkorn (foto), à agência Automotive News Europe. “Em 2018 estaremos operando cerca de setenta plantas”, afirmou o executivo. Atualmente o grupo possui 62 fábricas.

Uma das novas unidades deverá ser a da Audi na América do Norte. “Mas será preciso considerar um mínimo de 150 mil unidades para uma utilização razoável da capacidade”, afirmou Winterkorn.

Segundo Automotive News, o Q5 e o A4 são candidatos à produção na América do Norte. O México poderia receber a planta da Audi por motivos tributários. A Volkswagen já anunciou, meses atrás, que construirá uma unidade de motores em Silao, naquele país, para a produção de até 300 mil unidades por ano a partir de 2013.

Em relação à montagem de veículos da Porsche na América do Norte, Winterkorn disse que “a marca é associada à produção na Alemanha” e que “a questão não estará na agenda em um futuro visível”.

Das 62 fábricas do Grupo Volkswagen, 40 estão na Europa. No Brasil há unidades em São Bernardo do Campo, SP, Taubaté, SP, e São José dos Pinhais, PR, além de uma planta de motores em São Carlos, no interior de São Paulo.

“Nós produzimos basicamente em locais onde está a demanda. Por isso construímos linhas de montagem na Rússia, Índia e nos Estados Unidos em anos recentes”, disse o CEO, admitindo que a China terá papel importante na expansão da Volkswagen e poderá receber duas novas fábricas da marca. Ele projeta uma produção total de 28 milhões de veículos no país asiático em 2018.
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Friday, September 9, 2011

Parou por quê?









Mário Curcio
Via: www.automotivebusiness.com.br




Assim como os navios percorrem uma grande distância após ter seus motores desacelerados, as medidas macroprudenciais adotadas em dezembro demoraram a surtir efeito, mas tiraram o embalo da demanda e ficaram bem evidentes em agosto. As montadoras viram crescer seus estoques e agora usam férias coletivas ou pontes entre feriados para evitar que eles continuem subindo.

Na manhã desta terça-feira, 8, em entrevista coletiva, o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Cledorvino Belini, considerou como normal a situação, que teria por objetivo apenas o ajuste dos estoques.

No mês passado a General Motors concedeu férias coletivas (entre 22/8 e 5/9) a 300 empregados em sua unidade de São José dos Campos (SP). A fábrica da Ford de Camaçari (BA), onde são feitos o Fiesta e o EcoSport, ficará praticamente um mês sem produzir, de 12 de setembro a 7 de outubro.

Na unidade de Taubaté desta montadora haverá férias coletivas de dez dias para 1.300 dos 1.600 funcionários da unidade de motores e transmissões. Em São Bernardo do Campo, segundo o sindicato local, os trabalhadores da Ford emendaram toda esta semana em razão do feriado.

O período de 5 a 9 de setembro também foi perdido para a produção da Volkswagen de São José dos Pinhais (PR). Assim como a Ford do ABC, a unidade VW paranaense também usou o feriado de 7 de setembro como ponte para os dois dias anteriores e posteriores a ele.

Na unidade de São Bernardo do Campo, segundo o sindicato local, parte dos trabalhadores da montadora emendou a folga de segunda a quarta-feira e parte de quarta a sexta-feira.

Na unidade de Taubaté, trabalhadores da montadora de origem alemã teriam lançado mão do banco de horas para tirar folgas nesta semana, de acordo com o sindicato local.

Em Betim (MG), os trabalhadores da Fiat emendaram o feriado da Independência e voltaram nesta quinta-feira. A justificativa seria uma parada técnica. A montadora nega o desaquecimento nas vendas, mas admite que a ponte do feriado ajuda a ajustar os estoques, que estavam em 22 mil unidades no início da semana.

Autopeças já refletem situação

Também por estoques em alta, alguns fabricantes de componentes automotivos põem o pé no freio. Um deles é a Trelleborg, de São José dos Campos. A empresa concedeu férias coletivas no dia 1º deste mês. Os trabalhadores voltam segunda-feira, dia 12.

Na Autometal, que fabrica itens para freios em Taubaté, os metalúrgicos vão parar entre os dias 12 de setembro e 11 de outubro. Também nesta região, a Racing Automotive concede descanso coletivo entre os dias 19 e 30 de setembro.

A Toyota de Indaiatuba (SP) vive um momento diferente. Segundo informações do Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas e Região, os trabalhadores vêm fazendo horas extras para compensar o período em que reduziram a produção por falta de peças provenientes do Japão (afetado por terremoto seguido de tsunami em março).

O mesmo sindicato informa que a produção da Honda em Sumaré (SP) ocorre normalmente.

Thursday, August 25, 2011

Effa traz caminhões da chinesa JMC

Redação ABwww.automotivebusiness.com.br
O Grupo Effa inicia este mês as vendas dos caminhões da montadora chinesa Jiangling Motors Corporation (JMC) no Brasil. O N601, com capacidade de carga de três toneladas, tem preço sugerido de R$ 59 mil e o N900, que transporta até quatro toneladas, chega ao mercado por R$ 65 mil.

Com os veículos, a empresa pretende acompanhar o crescimento das vendas de caminhões leves, que é impulsionado pela restrição à circulação de modelos pesados em grandes cidades. No primeiro ano de vendas, a importadora pretende emplacar 3 mil unidades.

Os caminhões chegam bem equipados com travamento elétrico das portas, ar-condicionado, direção hidráulica, rádio e CD player, entre outros acessórios. A propulsão fica por conta do motor 2.8 diesel da fabricante japonesa Isuzu, que desenvolve até 116 cv de potência e 285 Nm de torque.

O Grupo Effa anunciou ainda que este é apenas o primeiro passo da parceria com a montadora japonesa e que outros modelos da JMC chegarão ao mercado brasileiro.

Tuesday, August 23, 2011

Volkswagen Amarok a gasolina já é vendida no Uruguai





Redação AB
www.automotivebusiness.com.br


O vizinho Uruguai já foi contemplado com uma nova opção da Volkswagen Amarok, equipada com motor a gasolina e tração traseira. Essa versão utiliza um motor 2.0 TSI de 158 cv acoplado a um câmbio manual de seis marchas. Seu preço em pesos uruguaios equivale a cerca de RS 56 mil. A nova configuração também é montada na Argentina, mas somente o Uruguai a recebe. Não há previsão de sua chegada ao Brasil.

Duas outras opções dessa caminhonete são aguardadas até o fim deste ano: a transmissão automática e a cabine simples. Essa segunda, inclusive, causará a transferência da produção da Spacefox (hoje feita na Argentina) para a fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná. 

Precisa-se de engenheiros, mas que gostem de carros









Wagner Gonzalez, AB 
www.automotivebusiness.com.br


A indústria automobilística instalada no Brasil tem uma demanda de engenheiros não suprida pela universidade. Essa foi a principal conclusão do painel “Estratégias para Novos Projetos Automotivos”, evento realizado nesta segunda-feira, 22, dentro da programação do Simpósio SAE Brasil Tendências e Inovação na Indústria Automobilística, em São Paulo, SP. O coordenador Reinaldo Muratori (Mitsubishi) teve como debatedores Egon Feichter (VW), Marco Liccardo (Iveco), Pedro Manuchakian (GM) e Walter Sladek (Mercedes-Benz). Além da formação de novos profissionais foram analisados o posicionamento e a competitividade da engenharia brasileira na indústria global e o impacto da Medida Provisória 540 no setor, entre outros assuntos.

Em comparação com China e Índia, o Brasil forma anualmente apenas um décimo dos engenheiros diplomados nesses países, ou seja, 30 mil contra 300 mil. Segundo Pedro Manuchakian, vice-presidente de engenharia da GM do Brasil, esse fluxo é pequeno demais para a demanda da indústria nacional: “A engenharia é parte importante na criação de produtos e a indústria vende produtos. Novos engenheiros são muito bem-vindos ao nosso setor, mas é importante que os que venham gostem de automóveis. Quem faz o que gosta faz bem. Quem não faz acaba frustrado.”

Manuchakian lembrou que a indústria automobilística não pode competir com outros setores em itens como salários, por exemplo, mas que há compensações diversas. O dirigente da fábrica de São Caetano do Sul lembrou que o fascínio do setor não diminuiu com o uso cada vez maior da informática no desenvolvimento de projetos: “Hoje em dia trabalha-se muito mais com ferramentas do mundo virtual, mas quem gosta do que faz tem o mesmo prazer em desenvolver um carro na pista como no computador. Se o barulho do motor fizer falta você pode colocar outro nas caixas acústicas…”

Egon Feichter, vice-presidente de desenvolvimento da VW do Brasil, ponderou que na sua empresa encontram-se tanto engenheiros que gostam do trabalho virtual quanto outros que se sentem mais à vontade com o desenvolvimento físico. A realidade, porém, é uma só: “Temos de ter claro que vendemos carros reais.”

Apesar da dificuldade em competir com outros setores da economia no que diz respeito a salários, a atração em mexer com veículos ainda atrai jovens. Outro fator mencionado no debate foi o da sustentabilidade, como explicitou Marco Liccardo, diretor de engenharia na Iveco Latin America: “O item sustentabilidade não é apenas um apelo bonito por sua importância ao meio ambiente. Em uma cidade como São Paulo, em um país como o Brasil, o desenvolvimento do transporte coletivo exige veículos que ofereçam soluções sustentáveis dentro do contexto em que ele funciona.”

Perguntado sobre o fato de o Brasil fabricar apenas carros populares e não ter condições de produzir modelos superesportivos, de luxo e outros que tenham mais tecnologia, Liccardo lembrou que o cliente brasileiro já pede maior conteúdo também no setor de caminhões: “Os consumidores de nossos caminhões já demandam por equipamentos de nova geração. Se nunca chegaremos a 100% de produção local, posso afirmar que o gap atual está sendo reduzido. Nosso desafio maior é adaptar a tecnologia do primeiro mundo às condições do Brasil.”

Trata-se de uma situação cujo caminho inverso é uma realidade. A Mercedes-Benz mantém seis centros de desenvolvimento na Alemanha, Estados Unidos, Índia, Japão e Turquia, além do Brasil e, como informa Walter Sladek, diretor de desenvolvimento de caminhões dessa empresa, esses locais trabalham em total parceria: “O centro instalado no Brasil não só adapta projetos para o nosso mercado como também desenvolve e cria. Atualmente, estamos trabalhando em um projeto de carroceria e chassi para um veículo que será fabricado na Alemanha.”

O desenvolvimento de novos projetos também passa pela cadeia de sistemistas e fornecedores externos. A globalização cada vez maior do setor forneceu outro tema da discussão. Será que o fornecimento de peças e sistemas cada vez mais concentrado está trazendo o perigo da padronização dos novos projetos?

Feichter foi taxativo em demonstrar o contrário: “Sem dúvida temos cada vez menos sistemistas como fornecedores, mas a responsabilidade final do produto é nossa, do fabricante. Meus engenheiros precisam saber tudo sobre o que produzimos.”

Manuchakian, a seu lado, lembrou que embora os sistemistas forneçam para empresas concorrentes, ele tem claro que cada marca tem seus critérios e são eles que devem se adequar às peculiaridades e critérios de cada montadora, “situação que evita essa chance de haver uma padronização nos veículos”.

Apesar da concentração na área de fornecimento, a inovação é mantida como ingrediente dos mais importantes e, no caso da Mercedes, é desenvolvida de acordo com parâmetros bastante claros, como explicou Sladek: “Nosso processo de inovação obedece a metas de legislação, consumo e estratégia. Inovação pode mudar uma plataforma, por exemplo. Um caminhão é uma ferramenta. E uma ferramenta tem uma utilização especial. Para nós, cada caminhão é uma ferramenta especial.”

De forma unânime, os palestrantes aprovaram a proposta da MP 540 criada com o plano Brasil Maior. A intenção é fortalecer o mercado local criando facilidades para que as fábricas brasileiras produzam maior conteúdo de alta tecnologia. Marco Liccardo classificou a proposta como “altamente positiva”, ao passo que Walter Sladek chamou o conceito de excelente. Sobre a proposta, Egon Feichter afirmou: “A VW poderá fazer planos de investimentos para prazos menores que os atuais cinco anos.” Pedro Manuchakian classificou a iniciativa de “salutar”.

Reinaldo Muratori foi quem abriu as maiores perspectivas à indústria nacional: “Vivemos uma fase de ampliação de nossa fábrica em Goiás e já estamos levando vários fornecedores para perto dessa planta. Pretendemos concentrar nossos investimentos em tecnologia local em áreas específicas, como o uso de biocombustíveis.”

Quando perguntados sobre um possível plano B para o caso de o Brasil Maior falhar na obtenção dos resultados esperados, a unanimidade dos palestrantes é menos clara, porém não toca no pessimismo: “Torcemos para que esse plano dê certo”, enfatiza Manuchakian, antes de comentar: “Não acredito que um retrocesso afete a engenharia brasileira”. Egon Feichter pondera: “A capacidade da engenharia brasileira hoje é menor que a da indústria mexicana, por exemplo, mas esse gap está caindo e acredito que mesmo com retrocesso teríamos um crescimento dessa capacidade. Nosso desafio é reduzir essa desvantagem que temos para o México.”

Foto: Ruy Hiza 

Wednesday, August 17, 2011

Mercado cai diante de confusão sobre medidas de política industrial

Pedro Kutney, AB
www.automotivebusiness.com.br
Na primeira quinzena de agosto foram emplacados 149.208 automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus no País, segundo dados do Renavam. O volume é 5,8% superior ao do mesmo período de 2010, mas significou queda de 3,1% sobre os 154 mil emplacamentos dos primeiros 15 dias de julho passado.

O comportamento do mercado na primeira metade de agosto confirma a tendência de arrefecimento dos negócios. O cenário é bem pior no varejo, com substancial queda das vendas, pois as compras estão sendo sustentadas por frotistas (locadoras, empresas e governos), que representaram mais de 25 % dos emplacamentos nesses 15 dias.

“As vendas às pessoas físicas continuam desacelerando, principalmente na quinzena passada, quando houve grande diminuição de tráfego de pessoas nas concessionárias”, avalia Ayrton Fontes, economista da agência de promoção de varejo automotivo MSantos.

Fontes diz que o mercado foi negativamente impactado no começo deste mês pelo anúncio das medidas de política industrial do Plano Brasil Maior, que prevê desonerações fiscais para setor automotivo, com possível abatimento de IPI para incentivar a produção e sem repasse obrigatório para os preços. “Quando foi anunciado na mídia que o governo iria reduzir o IPI para o setor automotivo houve logo no dia seguinte queda nas vendas, pois os consumidores entenderam que haveria novamente a redução no preço do carro, como aconteceu em 2009, e muitos preferiram esperar pelo desconto”, explica o economista.

Volkswagen na liderança da quinzena

Por uma pequena vantagem, a Volkswagen liderou as vendas de automóveis e comerciais leves na primeira quinzena de agosto, com 22,19% dos emplacamentos no período, contra 22% da Fiat, 18,55% da GM e 8,74% da Ford.

A vantagem da Volkswagen foi obtida no segmento de automóveis, com 24,53% dos licenciamentos, ante 22,35% da Fiat, 19,55% da GM e 8,72% da Ford. A Fiat liderou os emplacamentos de comerciais leves, com 20,83%, seguida pela GM com 15,23%, VW com 14,38% e Ford com 8,79%.

No acumulado do ano, contudo, a Fiat continua à frente das vendas de automóveis e comerciais leves, com 22,49% dos emplacamentos. A VW vem em segundo com 20,71%, a GM em terceiro com 18,43% e a Ford em quarto com 9,42%.

Caminhões e ônibus

A MAN/VW segue ampliando sua liderança nas vendas de caminhões, com 29,08% dos emplacamentos na primeira quinzena de agosto e 30,07% no acumulado de 2011. A Mercerdes-Benz vem atrás com 24,56% em quinze dias e 24,64% no ano. A Ford, em terceiro lugar, tem 19,27% e 17,47%, respectivamente.

Nas vendas de ônibus a Mercedes-Benz sustenta sua longa liderança de mercado com 45,71% dos emplacamentos na primeira metade de agosto e 42,89% no ano. A MAN/VW obteve 31,04% dos licenciamentos na quinzena e 32,98% no ano.

Friday, August 12, 2011

AUTOMOTIVE BUSINESS FLAGA O CHEVROLET COBALT


Flagramos o Chevrolet Cobalt
Novo GM chega em breve 



Mário Curcio, AB
www.automotivebusiness.com.br
Nesta terça-feira, Automotive Business flagrou um Chevrolet Cobalt com leves disfarces entrando pelo portão principal da General Motors de São Caetano do Sul (SP). A camuflagem é tão leve quanto aquelas vistas em algumas unidades da nova Montana, dias antes de ela ser apresentada à imprensa. Assim, em poucas semanas o carrinho chegará ao mercado.

O modelo compartilha elementos de arquitetura e estilo do hatch Agile. Prova disso são os faróis exageradamente grandes para o porte do modelo. A grade dianteira também lembra a do Agile. O disfarce não conseguia esconder completamente a barra horizontal que divide a grade e serve de suporte para a gravatinha dourada da Chevrolet. A versão de entrada do novato chegará por cerca de R$ 39 mil. O carro fotografado trazia ainda rodas de liga leve parcialmente cobertas.


 

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