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Wednesday, October 26, 2011

KOSTAL PATROCINA COPA BAJA SAE BRASIL REGIÃO NORDESTE


A Kostal Brasil investe nesse tipo de evento, através de patrocínio, pois faz parte da sua filosofia mundial investir em conhecimento e pesquisa. Tanto que em todas as 35 plantas distribuídas por 17 países, 6% de todo lucro é reinvestido em pesquisa. A próxima Competição Baja SAE – Etapa Nordeste 2011, vai ser realizada de 04 a 06 de novembro no Estádio Municipal de Camaçari (BA).
“Gostamos de patrocinar eventos de despertem a busca pelo conhecimento e aprimoramento de jovens estudantes. Até porque esses jovens serão os engenheiros disponíveis no mercado de amanhã”. Comenta Edson Pedro Furlanetto, diretor de vendas e marketing da Kostal Brasil.

Sobre o Projeto Baja
O Projeto Baja SAE é um desafio lançado aos estudantes de engenharia que oferece a oportunidade de se aplicar na prática os conhecimentos teóricos aprendidos na faculdade. Ao participar do projeto Baja SAE, o aluno envolve-se com um caso real de desenvolvimento de projeto, desde a sua concepção, projeto detalhado e construção.
O projeto Baja SAE foi criado na Universidade da Carolina do Norte, Estados Unidos em 1976. No ano de 1991 a SAE BRASIL iniciou suas atividades no país, e já em 1994 lançava o projeto Baja SAE BRASIL. Desde 1997 a SAE BRASIL, através de suas Seções Regionais apóia realização dos eventos regionalmente.
Na competição, os alunos que participam do projeto Baja SAE devem formar equipes que representem a Instituição de ensino superior ao qual estão ligados. Estas equipes são desafiadas anualmente a participar da Competição Baja SAE. 

Sobre a Kostal
Com 99 anos de tradição, a Kostal é uma multinacional alemã, consagrada na indústria de componentes elétricos (eletrônicos eletromecânicos e mecatrônicos). Atualmente possui 35 unidades em 17 países de quatro continentes. No Brasil desde 1978, possui duas unidades no estado de São Paulo: São Bernardo do Campo e Cravinhos que empregam juntas cerca de 1,5 mil funcionários e uma em Manaus (AM) onde emprega 90 pessoas. 

Monday, October 10, 2011

Presidentes querem engenharia e peças locais




Redação AB 
www.automotivebusiness.com.br
O Painel dos Presidentes, no encerramento do vigésimo congresso da SAE Brasil, realizado no Expo Center Norte, em São Paulo, de 4 a 6 de outubro, apontou a concordância dos participantes quanto a uma desaceleração da produção de veículos no País, que deve avançar apenas 2% em 2012 para chegar ao patamar de 5% de crescimento em 2013. A sessão teve a presença de Jaime Ardila, da General Motors América do Sul, Marcos de Oliveira, da Ford Mercosul, Gábor Deák, da Delphi América do Sul, e Richard Klein, da SAE International. O painel foi coordenado por Paulo Ricardo Braga, editor de Automotive Business.Para este ano a Anfavea projeta a montagem de 3,42 milhões de veículos, uma evolução de apenas 1,1% em relação a 2010, enquanto as vendas no mercado interno saltarão para 3,69 milhões, um crescimento de 5% sobre o ano passado. "Há uma invasão de importados, que compromete o desempenho da indústria local", refletiu Jaime Ardila, presidente da GM América do Sul.

Marcos de Oliveira, presidente da Ford para o Mercosul, concordou com a análise e, da mesma forma que Ardila, admitiu que o novo regime automotivo sofrerá correções de rumo para alcançar o objetivos proposto de incentivar a produção local e a inovação. Enquanto os veículos importados devem pagar 30 pontos a mais no IPI, os modelos produzidos no País deverão atender algumas exigências para escapar do imposto extra -- como efetuar diversas etapas da manufatura localmente, investir em pesquisa e desenvolvimento e comprovar 65% de conteúdo regional.

Gábor Deák, presidente da Delphi, enxergou benefícios ao setor de autopeças com as regras do Decreto 7567, mas reforçou a tese do Sindipeças de que é necessário dar maior atenção à definição do que seja peça nacional. Ele alertou que é preciso desarmar diversos mecanismos que permitem mascarar a real origem de componentes.

Ardila, Oliveira e Gábor foram unânimes em apontar a urgência em buscar soluções para derrubar os problemas atuais na infraestrutura, o custo excessivo de insumos, o peso dos impostos. Os três manifestaram preocupação com a evolução dos custos trabalhistas e à concessão de reajustes acima da inflação.

Embora tenham maior facilidade para importar componentes do que a maior parte dos players da cadeia de produção, que traz centenas de pequenos e médios fabricantes de autopeças, Delphi, Ford e GM definem como prioridade a compra local de insumos e peças para a montagem de sistemas e veículos. Para as três empresas, a disponibilidade de uma cadeia de suprimentos forte é indispensável e estratégica para o parque automotivo ganhar competitividade ante os concorrentes estrangeiros.

Kleine, presidente da SAE International em 2011, que veio prestigiar o congresso e participar das comemorações dos 20 anos da operação brasileira, mostrou-se impressionado com o atual estágio tecnológico na indústria local, especialmente na área de combustíveis renováveis. Diretor da Cummins na área de qualidade, destacou também os esforços do Brasil na área de emissões, adotando o Proconve P7 na virada do ano.

Gábor não se mostrou preocupado quanto à chegada de novos fabricantes asiáticos e lembrou que sistemistas como a Delphi estão presentes em todas as partes do globo e já atendem marcas chinesas e coreanas em outros países. Ele garantiu até mesmo que haverá peças de reposição para os veículos importados que utilizam sua marca.

Os três participantes do setor automotivo admitem que há uma revolução a caminho na área de powertrain, com os motores passando por um processo de downsizing. Haverá novos propulsores com turboalimentação, comando de válvulas variável e a contribuição de tecnologias como o start stop, mas a injeção direta deverá chegar em um passo posterior. Gábor decretou o fim do tanquinho de gasolina, com o avanço dos sistemas de partida a frio.

Ao final, Ardila, Gábor e Oliveira enfatizaram que há muito trabalho pela frente para tornar a indústria local competitiva, mas asseguraram que pretendem ver as equipes de engenharia locais trabalhando nos times principais para desenvolvimento de projetos, em pé de igualdade com outros centros de tecnologia globais. Ardila destacou que a GM do Brasil exportará este ano o equivalente a U$$ 500 milhões em serviços de engenharia.

Luc de Ferran, conhecido pela atuação como diretor da Ford, e agora consultor, considera que ocorreu uma importante evolução na competência da engenharia automotiva brasileiras. "Há empresas capazes de desenvolver integralmente um veículo no País", disse a Automotive Business .


Friday, September 23, 2011

Universitários de Brasília e Mato Grosso projetam 5 aviões para SAE AeroDesign

Cinco equipes de estudantes da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Universidade Paulista (Unip) e Universidade de Brasília (UnB) constroem cinco aviões rádiocontrolados - dois da Classe Micro e três da Regular -, para participar da 13ª Competição SAE BRASIL AeroDesign. Realizada entre os dias 20 e 23 de outubro, no Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), em São José dos Campos, SP, a competição de engenharia possui 97 equipes inscritas, de 67 instituições de ensino do Brasil, Venezuela e México.
No total, cerca de 1,4 mil participantes, entre estudantes de engenharia, professores orientadores e pilotos, foram desafiados a projetar e construir aviões rádiocontrolados a serem submetidos a avaliações teóricas e práticas, conduzidas por engenheiros da indústria aeronáutica.

BRASÍLIA - Para conseguir boa performance da aeronave durante a prova de voo, a equipe Draco Volans, da UnB, se prepara para longa bateria de testes. “Planejamos realizar voos durante todas as semanas até a data da competição”, conta Pedro de Sousa, capitão da equipe, com 19 integrantes e 24ª colocada em 2010. O avião é um monoplano com empenagens convencionais e fuselagem externa, capaz de carregar um compartimento de carga bem maior que dos anos anteriores, devido ao novo regulamento.

MATO GROSSO – A UFMT será representada pelas equipes Pantaero e a Aeroo. Na expectativa de ficar entre as 20 primeiras colocadas, a equipe Aeroo (52ª em 2010) desenvolveu monoplano de asa alta trapezoidal moldada em espuma de PVC, empenagem em H e longarina em madeira balsa e fuselagem inteiriça de fibra de carbono. “Utilizamos materiais de fácil construção, resistente e leve”, conta a única capitã da região, Bruna Martins, 21 anos e responsável por 12 integrantes. O projeto pesa 4 kg e voa com cargas de até 11 kg, em velocidade máxima de 20m/s.

COMPETIÇÃO - As avaliações e a classificação das equipes serão realizadas em duas etapas: Competição de Projeto e Competição de Voo, conforme o regulamento baseado em desafios reais enfrentados pela indústria aeronáutica e disponível no site da SAE BRASIL - http://www.saebrasil.org.br/ . Ao final do evento, duas equipes da Classe Regular, uma Classe Aberta e uma da Classe Micro, que obtiverem melhores pontuações ganham o direito de representar o Brasil na SAE Aerodesign East Competition, em 2012, nos EUA, onde equipes brasileiras acumulam histórico expressivo de participações: cinco primeiros lugares na Classe Regular, quatro na Classe Aberta e um primeiro lugar Classe Micro. A SAE East Competition é realizada pela SAE International, da qual a SAE BRASIL é afiliada.


CATEGORIAS – Os aviões da Classe Regular, são monomotores, com cilindrada padronizada em 10 cc (10 cm3 ou 0,61 in3). O regulamento impõe restrições geométricas, e este ano houve novas delimitações nas dimensões máximas das aeronaves, que devem aparecer na competição com compartimentos de carga maiores. Os projetos da categoria devem ser capazes de decolar em uma distância máxima delimitada, de 50m. Na categoria Classe Aberta, a distância de decolagem também é de 50m e as aeronaves devem ter instrumentos para medir tempo de voo. Os aviões da categoria não têm restrições geométricas ou número de motores instalados, desde que a soma das cilindradas dos motores esteja entre 10,65 cm3 (0.65 in3) e 15,07cm3 (0.92 in3).

A Classe Micro traz a opção de lançamento da aeronave à mão e o avião da categoria não tem restrições geométricas nem ao número de motores, porém a equipe deve ser capaz de transportar a aeronave dentro de uma caixa de 0,125m³. As aeronaves podem usar motores elétricos e devem decolar em até 25m (30m em 2010).

Organizado pela Seção Regional São José dos Campos, da SAE BRASIL, o Projeto AeroDesign é um programa de fins educacionais que tem como principal objetivo propiciar a difusão e o intercâmbio de técnicas e conhecimentos de engenharia aeronáutica entre estudantes e futuros profissionais da engenharia da mobilidade, por meio de aplicações práticas e da competição entre equipes, formadas por estudantes de graduação e pós-graduação (stricto sensu), de Engenharia, Física e Ciências Aeronáuticas.


Thursday, September 22, 2011

SAE Brasil 2011: Continental apresenta pneus com tecnologias inovadoras

A Continental Pneus leva para o Congresso SAE BRASIL 2011, a maior vitrine de inovações tecnológicas do setor da mobilidade, dois de seus mais recentes lançamentos no mercado brasileiro: o pneu de carga HSR2 e o ContiPowerContact, mais novo integrante da linha de pneus de passeio da marca. Desenvolvido para linhas regionais que cobrem médias e longas distâncias, o HSR2, disponível nas medidas 295/80 R22,5, 275/80R22.5 e 10.00R20 pode ser empregado tanto no eixo direcional como na função de eixo livre, atendendo com igual eficiência às diferentes demandas geradas por mudanças frequentes de rotas, bem como de pesos e de cargas.Ele emprega a nova tecnologia VAI+ (Indicador Visual de Alinhamento), um sistema inteligente que monitora e alerta o condutor para eventuais irregularidades no veículo. Indicadores com sinais de “+” encontram-se estampados nas ranhuras/barras (Rib) da banda de rodagem. Com o uso eles vão “desaparecendo” e se transformando em “-“, alertando para situações como sulco remanescente de 6,5mm, o que representa que o pneu passou da metade da vida útil, e desaparecem totalmente com sulco remanescente de 3,0mm, recomendação para recapagem.
Outro destaque do HSR2 é o “Air Keep Inner Liner”, que mantém a pressão interna do pneu no nível calibrado por um tempo até 50% maior em relação às tecnologias convencionais disponíveis no mercado em razão da estrutura molecular mais densa do liner (parte interna do pneu). Fabricado no Brasil na moderna unidade de Camaçari, na Bahia, ele já começa a ser ofertado como equipamento original às montadoras de caminhões e aos fabricantes de implementos rodoviários instalados no Brasil.


Os visitantes do Congresso SAE BRASIL 2011 também poderão conferir o que de mais avançado a Continental tem a oferecer em pneus de passeio: o ContiPowerContact. Integrante da linha de pneus verdes da marca e desenvolvido para o mercado latino-americano, o produto incorpora os mais recentes avanços da indústria voltados para a economia de combustível, segurança, robustez, rodar silencioso e conforto.
Disponível nos aros 13, 14, 15 e 16*, o ContiPowerContact vem equipado com as tecnologias





SERVIÇO:
Data: de 4 a 6 de outubro – 

Horário: das 12h00 às 20h30
Local: Local: Expo Center Norte – Pavilhão Vermelho - 

Rua José Bernardo Pinto, 333
 

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