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Tuesday, September 27, 2011

PSA Peugeot Citroën apresenta o conceito de Veículo Elétrico Leve para a Cidade





A PSA Peugeot Citroën apresentou, no Fórum da ADEME (Agence de l'Environnement et de la Maîtrise de l'Energie – Agência do Meio Ambiente e da Matriz Energética da França), em Paris, um projeto inovador de veículo que deve fazer evoluir os modos de locomoção no meio urbano: o Veículo Elétrico Leve para a Cidade. O VéLV foi desenvolvido pelo Grupo em colaboração com um consórcio de empresas francesas e um laboratório de pesquisa, que se associaram para responder aos desafios da mobilidade do futuro. Trata-se de um triciclo elétrico seguro e econômico para três pessoas, dotado de uma potência de 20 kW e pesando 650 kg (100 km de autonomia e 110 km/h de velocidade máxima). Especialmente manejável, com apenas 7,20m de diâmetro de esterçamento, ele consegue indicar, em tempo real, o perímetro de ação do veículo em função de sua autonomia e identificar os postos de recarga acessíveis com a energia disponível.

O objetivo deste projeto é limitar significativamente a quantidade de energia embarcada, propondo um veículo lúdico que proporciona um grande prazer de dirigir, graças ao motor elétrico e ao seu torque máximo imediatamente disponível, associado a um peso bastante reduzido. O baixo consumo de 85 Wh/km limita a « pegada ambiental » a um nível equivalente ao deslocamento de uma pessoa viajando de trem. O VéLV também respeita as exigências da regulamentação dos veículos particulares em matéria de segurança passiva. Este conceito destina-se às frotas empresariais, à locação de veículos (tradicional ou do tipo Autolib),  a pessoas que pretendem comprar um segundo carro e a inúmeros clientes particulares que desejam melhorar sua mobilidade na cidade.



O VéLV responde aos novos desafios colocados pelo futuro dos transportes, concorrendo para o desenvolvimento de sistemas de tração elétrica leves e contribuindo assim com todo o setor de veículos elétricos na França, com o apoio da  ADEME.

Cada um dos integrantes desta cooperação contribuiu com sua competência:

A PSA Peugeot Citroën, com sua ampla experiência de fabricante de automóveis, propôs uma arquitetura original para o veículo, respeitando um caderno de encargos ambicioso, porém realista.
 A Leroy Somer, a GKN e a Valeo reuniram suas competências para propor um sistema de tração elétrica completa de 20kW, compacta e de alto rendimento.
A Johnson-Control Saft concebeu um conjunto de células Li-Ion com controle eletrônico que se integram perfeitamente ao veículo para fornecer os 8,5kWh úteis e garantir os 100 km de autonomia.
A Valeo também desenvolveu um sistema de aquecimento especialmente projetado para pequenos veículos elétricos.
A Leoni concebeu e dimensionou um feixe de sinal e de potência.
A Michelin contribuiu com sua experiência no controle de motores-rodas funcionando em alto regime.
O IMS/LAPS de Bordeaux permitiu avançar no sentido da compreensão dos fenômenos de comportamento dinâmico de veículos de tamanho muito reduzido.

O Fórum ADEME de inovações é realizado ao longo de um dia dedicado à ação da entidade em matéria de Pesquisa e Desenvolvimento no campo do Meio Ambiente e das Novas Tecnologias. Ele aconteceu hoje, dia 26 de setembro, das 9h às 18h no Palais des Congrès de Paris Porte Maillot, em Paris.

O Grupo PSA Peugeot Citroën participou dos debates organizados durante o Fórum e o diretor de Pesquisa e Engenharia Avançada fez uma intervenção durante a mesa redonda intitulada: “Como repensar os transportes e a mobilidade?”

Friday, September 16, 2011

PSA Peugeot Citroën terá nova fábrica no Rio de Janeiro

Paulo Ricardo Braga, AB
www.automotivebusiness.com.br
Do Rio de Janeiro


Carlos Gomes, Presidente do Grupo PSA para América Latina
Carlos Gomes, presidente da PSA Peugeot Citroën para a América Latina, sugere mas não confirma: a empresa terá uma nova fábrica e será no Estado do Rio de Janeiro. A empresa precisa encorpar a operação latino-americana, onde ainda tem reserva de capacidade de um turno na Argentina, e não pretende ir para Goiás, São Paulo ou Pernambuco, nem mesmo correr atrás de incentivos fiscais em outras regiões. “Fincamos raízes no Rio”, garante o executivo.

A frase vale tanto para a empresa, que comemora os dez anos da fábrica de Porto Real, como para ele mesmo, que completa um ano à frente dos negócios na América Latina. Ao lado da esposa e de um filho de 16 anos (a filha estuda em universidade de Nova York), portugueses como ele, Gomes disse que se sente em casa na cidade do Rio, onde a PSA mantém seu escritório central em Botafogo. Uma vez por mês, pelo menos, ele vai à fábrica distante cerca de duas horas de carro. Gomes admite que há um tsunami de investimentos prometidos para o setor automotivo, mas coloca em dúvida o avanço efetivo de todas as iniciativas. No caso da Peugeot e Citroën, fala com segurança sobre os planos, que incluem, além da nova fábrica, a reformulação da família de motores em cinco anos, contratações e o lançamento de veículos.

A PSA tem investimentos programados de US$ 1,4 bilhão no País até 2012, e calcula que a capacidade atual de 220 mil veículos em Porto Real pode atender o mercado só até o fim de 2013. Em 2011, o grupo programa emplacar 330 mil unidades na América Latina, essencialmente no Brasil e Argentina, o que garantirá uma participação de 5,9%. O Brasil absorverá cerca de 190 mil veículos, contra 172 mil em 2010, e as duas marcas ficarão com 5,5% de market share no mercado brasileiro. De janeiro a agosto foram comercializados na América Latina 214,2 mil carros Peugeot e Citroën, um crescimento de 20% em comparação ao mesmo período de 2010.

O Grupo PSA está presente industrialmente no país desde 2001, quando foi inaugurado o Centro de Produção de Porto Real, onde atualmente são montados os Peugeot 207, 207 SW, 207 Passion e Hoggar e os Citroën C3, Aircross, C3 Picasso e Xsara Picasso, e também os motores de 1,4 litro e 1,6 litro flexfuel e a gasolina (para exportação).

Negociações, contratações e lançamentos em pauta

Preparando terreno para anunciar os novos investimentos na região, a PSA iniciará a contratação de mais 800 profissionais no Centro de Produção de Porto Real, que passará a ter 5 mil colaboradores. A intenção é recrutar trabalhadores para o primeiro emprego e completar a formação em programas na fábrica. “A criação de postos de trabalho poderá ser muito maior, dependendo das negociações com o governo do Rio de Janeiro para ampliação das atividades no Estado, visando ao mercado local e exportações”, afirmou Gomes.

A remuneração do trabalho representa cerca de 6% dos custos de produção da PSA em Porto Real. Incomoda mais, na hora de avaliar a competitividade da marca, o valor das matérias-primas (30%), especialmente do aço, que começa a ser importado da Ásia em pequena escala.

A nova safra de produtos começará a chegar no fim do ano, com a estreia do cupê RCZ, um desafiante do Audi TT que virá importado da França. No início de 2012 será lançado o hatch 308, que aposentará o 307 feito na Argentina. O carro, de porte médio, vai disputar clientes com o Hyundai i30, Volkswagen Golf e outros concorrentes de peso.

Resultados que valem champanhe francesa

Em almoço com um grupo de jornalistas no renomado restaurante Le Pré Catelan, comandado pelo chefe Roland Villard, no Hotel Sofitel, em Copacabana, Rio de Janeiro, Gomes brindou os bons resultados da PSA na região com champanhe francesa. “A ocasião merece”, justificou.

Ele diz ter bons motivos para comemorar, aqui e na Argentina, onde a Peugeot é marca de prestígio, com tradição de 50 anos. Junto com a Citroën, a PSA tem participação de 13,2% das vendas totais no país vizinho e cresceu 38% nos emplacamentos este ano.

No Brasil, onde a PSA cresce mais do que a média do mercado, a Peugeot pretende retomar as ações para avançar. O novo 308 deve trazer alento à marca, mas ainda será pouco para alcançar equilíbrio com o desempenho da Citroën. A versão automática do 408 atrasou, enquanto o modelo com transmissão mecânica foi bem nos testes do Cesvi sobre reparabilidade, junto com os Citroën C3 e C3 Picasso.

Gomes entende que a PSA avançou com razoável sucesso no segmento dos carros B premium. O compacto 207 será renovado, mas ele assegurou a Automotive Business que não há planos para avançar no campo dos modelos populares, embora admita que é importante ganhar volume nas operações de manufatura e distribuição. O 107, já renovado, não virá. “Nossos veículos estão em patamar de preço acima de R$ 35 mil”, observa, enfatizando que a PSA tem 17% de participação no segmento B.

“Os resultados confortam, mas ainda não satisfazem”, define o presidente, assegurando que “há muita coisa a caminho”. Essas “coisas” passam por negociações com a matriz e o governo do Rio de Janeiro. Uma delas é o desenvolvimento do parque de fornecedores, ainda tímido. Seguindo o exemplo da Fiat, onde trabalhou ao lado de Sergio Marchionne para estimular as vendas da marca italiana na França e Itália, Gomes vai na direção de uma “fluminensização” da cadeia de suprimentos, que pretende atrair para o círculo ao redor da fábrica atual. No fim de 2010, a empresa adquiriu 65 mil m2, de olho nessa expansão.

Sem dependência do regime automotivo

O anúncio da regulamentação do regime automotivo, previsto para sexta-feira, 15, parece não preocupar a PSA no Brasil. “Dependemos pouco das medidas que estão sendo tratadas. Nós investimos em pesquisa e desenvolvimento muito mais do que se discute aqui”, diz Gomes.

Sobre a desaceleração do mercado automotivo, com desaquecimento a partir de setembro, ele comenta: “É razoável evoluir em um ritmo menor durante algum tempo. Mas estamos seguros de que a indicação, no longo prazo, é de crescimento”.

Além de avançar na área de pessoal, tecnologia, produtos e manufatura, as marcas Peugeot e Citroën estão preocupadas em ampliar os esforços em distribuição na região, onde já possuem cinco centenas de pontos. No Brasil e Argentina haverá mais 95 concessionárias e 115 oficinas até o fim de 2012. A iniciativa recebe aporte de € 50 milhões.

Thursday, September 15, 2011

PSA Peugeot Citroën contrata 800 novos funcionários para o seu Centro de Produção do Rio de Janeiro



Como parte de seus planos de desenvolvimento no Brasil e na América Latina, a PSA Peugeot Citroën vai contratar 800 novos funcionários para o Centro de Produção de Porto Real, no Estado do Rio de Janeiro, que passará assim a ter 5.000 colaboradores. Os recrutamentos começam a partir do fim deste ano. Com estes novos funcionários a empresa terá condições de aumentar a cadência horária de produção de veículos em 2012.A intenção é de que a grande maioria das vagas seja ocupada por trabalhadores em seu primeiro emprego, o que contribui de forma significativa para o desenvolvimento da região Sul Fluminense e do próprio Rio de Janeiro.

“A geração de empregos pela PSA Peugeot Citroën poderá ser ainda muito maior em função de negociações que a empresa está mantendo com o governo do Rio de Janeiro visando à ampliação de suas atividades no Estado, para atender tanto o mercado local como as exportações e ainda o aumento da integração local. As ações poderão beneficiar a economia do Rio e do país. Confiamos que teremos um resultado positivo destas negociações nos próximos meses, neste ano em que completamos 10 anos de produção de veículos no Brasil”, afirma Carlos Gomes, Presidente Brasil e América Latina da PSA Peugeot Citroën.

Estas decisões visam dar suporte ao crescimento de suas duas marcas, Peugeot e Citroën, no país e na América Latina. De janeiro a agosto deste ano, a PSA Peugeot Citroën comercializou na América Latina 214.200 veículos, um crescimento de 20% em comparação ao mesmo período de 2010. A participação de mercado passou de 5,4% em 2010 para 5,8% em 2011.

Wednesday, August 10, 2011

PSA Peugeot Citroën cria Diretoria de Qualidade e Desenvolvimento de Rede para a América Latina




Igor Dumas
Como parte de sua nova organização para a América Latina, a PSA Peugeot Citroën passa a contar com uma inédita diretoria voltada para trabalhar em conjunto com a rede de concessionários de toda a região: a Diretoria de Qualidade e Desenvolvimento de Rede. Para comandá-la, integra-se ao Grupo PSA o executivo Igor Dumas.

“A nova Diretoria de Qualidade e Desenvolvimento de Rede América Latina é multimarcas. Ela tem como objetivo conduzir a estratégia de desenvolvimento das duas marcas, Citroën e Peugeot, nas redes de distribuição da região e garantir o cumprimento dos objetivos de qualidade de serviço e satisfação dos clientes. Para comandá-la trouxemos um profissional com experiência em comércio e marketing, acostumado a lidar ao mesmo tempo com diferentes marcas”, explica Carlos Gomes.

Igor Dumas, 38 anos, francês, é formado em Administração pela Edhec Business School, da França. Há 12 anos no setor automotivo, desenvolveu sua carreira no Grupo Fiat na França. Dumas atuou em diferentes áreas de vendas e marketing das marcas Alfa Romeo e Fiat e também do Grupo Fiat, exercendo atividades como posicionamento de marca, reestruturação e profissionalização da rede de concessionários, B2B e operações comerciais. Antes de entrar na PSA Peugeot Citroën para assumir como Diretor de Qualidade e Desenvolvimento de Rede América Latina, Igor Dumas ocupava a função de Diretor Comercial do Grupo Fiat na França, sendo responsável pelas marcas Fiat, Alfa Romeo e Lancia. Casado e com dois filhos, ele se integra agora oficialmente ao Grupo PSA.

A Diretoria de Qualidade e Desenvolvimento de Rede América Latina atuará em quatro eixos principais em conjunto com as equipes das marcas Peugeot e Citroën e das diretorias de Peças de Reposição, de Marketing e de Qualidade. Estes eixos são: Desenvolvimento de Rede, Qualidade dos Serviços, B2B e Veículos usados.

“Minha missão é estruturar, profissionalizar e manter sempre forte a rede das marcas para darmos suporte aos objetivos de desenvolvimento e crescimento do Grupo PSA Peugeot Citroën no Brasil e na América Latina. O desafio é quantitativo e qualitativo. Temos a ambição de ampliar a rede, mas ao mesmo tempo precisamos garantir que as equipes estejam mais focadas nos clientes, bem formadas e capazes de atendê-los com qualidade, e que a rede seja rentável para se manter forte e apoiar o crescimento das vendas”, afirma Igor Dumas.

 

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